A líder do CDS, Assunção Cristas, disse que “o CDS alegra-se com o resultado da votação que levou à reprovação da eutanásia” e diz que o resultado prova “a maturidade democrática do parlamento”.
Cristas acrescentou que o CDS tem “razões de fundo” para se opor à despenalização da morte assistida, mas também teve outras “de ordem política”, isto porque os centristas já tinham recusado que os partidos que compõem o governo tivessem mandato, nesta legislatura, para aprovarem esta lei.
“O CDS continuará a promover o cuidado de todos e cada um”, a lutar por “melhores cuidados paliativos” e a “intensificar os esforços para construir por uma sociedade humanista que a todos protege”, disse a líder centrista.
O CDS-PP considerou esta terça-feira que a despenalização da eutanásia não dá autonomia às pessoas, mas antes confere poder a terceiros sobre a vida de outrem e lembrou que estas são leis com consequências sem retorno.
Não é a autonomia das pessoas doentes que se reforça, é o poder de terceiros sobre a vida de outrem que aumenta, facto inegavelmente perigoso”, afirmou a deputada do CDS-PP Isabel Galriça Neto, numa intervenção no plenário da Assembleia da República, onde se discutem quatro projetos de lei sobre a despenalização da morte medicamente assistida.
Para o CDS-PP “estas são leis com consequências que não têm retorno”. Isabel Galriça Neto disse não compreender o “porquê de precipitar decisões perigosas”. Porquê ignorar a realidade dos poucos países em que a eutanásia está legalizada (…), onde são eutanasiadas pessoas com doença mental, pessoas em luto? (…) Porquê viabilizar leis que permitem milhares de eutanásias por ano? Porquê repetir o erro?”, questionou a deputada centrista.
Sublinhando que “em matéria de homicídio a pedido”, o CDS-PP é contra, Galriça Neto repetiu os argumentos de necessidade de uma maior aposta nos cuidados paliativos. “Não há vidas que valem a pena ser vividas e outras não”, considerou. Além disso, acrescentou, o que está em causa não é o direito a morrer, mas antes o “direito a ser morto por outrem”.
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A líder do CDS, Assunção Cristas, disse que “o CDS alegra-se com o resultado da votação que levou à reprovação da eutanásia” e diz que o resultado prova “a maturidade democrática do parlamento”.
Cristas acrescentou que o CDS tem “razões de fundo” para se opor à despenalização da morte assistida, mas também teve outras “de ordem política”, isto porque os centristas já tinham recusado que os partidos que compõem o governo tivessem mandato, nesta legislatura, para aprovarem esta lei.
“O CDS continuará a promover o cuidado de todos e cada um”, a lutar por “melhores cuidados paliativos” e a “intensificar os esforços para construir por uma sociedade humanista que a todos protege”, disse a líder centrista.
O CDS-PP considerou esta terça-feira que a despenalização da eutanásia não dá autonomia às pessoas, mas antes confere poder a terceiros sobre a vida de outrem e lembrou que estas são leis com consequências sem retorno.
Não é a autonomia das pessoas doentes que se reforça, é o poder de terceiros sobre a vida de outrem que aumenta, facto inegavelmente perigoso”, afirmou a deputada do CDS-PP Isabel Galriça Neto, numa intervenção no plenário da Assembleia da República, onde se discutem quatro projetos de lei sobre a despenalização da morte medicamente assistida.
Para o CDS-PP “estas são leis com consequências que não têm retorno”. Isabel Galriça Neto disse não compreender o “porquê de precipitar decisões perigosas”. Porquê ignorar a realidade dos poucos países em que a eutanásia está legalizada (…), onde são eutanasiadas pessoas com doença mental, pessoas em luto? (…) Porquê viabilizar leis que permitem milhares de eutanásias por ano? Porquê repetir o erro?”, questionou a deputada centrista.
Sublinhando que “em matéria de homicídio a pedido”, o CDS-PP é contra, Galriça Neto repetiu os argumentos de necessidade de uma maior aposta nos cuidados paliativos. “Não há vidas que valem a pena ser vividas e outras não”, considerou. Além disso, acrescentou, o que está em causa não é o direito a morrer, mas antes o “direito a ser morto por outrem”.