Líder da bancada do CDS, Nuno Magalhães, diz “compreender” que as empresas façam este tipo de convites, mas que o problema está em quem os aceita
O CDS voltou a defender a demissão do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, esta quinta-feira. O líder da bancada do CDS, Nuno Magalhães, lembra que está em causa a transparência e que esta é uma situação "inaceitável".
"Não acho normal que aceitem estes convites, do ponto de vista político e de transparência", afirmou, acrescentando que neste caso existe uma ligação "entre empresas privadas e quem as tutela". "Cabe ao primeiro-ministro agir em conformidade", disse. E defende que António Costa deve reagir.
"Acho que os convites podem ser feitos, acho que não podem ser aceites", argumenta Nuno Magalhães, afirmando "compreender" que as empresas façam os convites e que o problema está em quem os aceita.
Já quarta-feira à noite, o deputado centrista Telmo Correia tinha avançado com o apelo à demissão de Fernando Rocha Andrade. Em causa estão as viagens do secretário de Estado para ver jogos do Euro, pagas pela Galp, empresa à qual o Estado reclama mais de 100 milhões de euros em dívida fiscal (os Assuntos Fiscais são tutelados no Governo precisamente por Rocha Andrade).
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Líder da bancada do CDS, Nuno Magalhães, diz “compreender” que as empresas façam este tipo de convites, mas que o problema está em quem os aceita
O CDS voltou a defender a demissão do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, esta quinta-feira. O líder da bancada do CDS, Nuno Magalhães, lembra que está em causa a transparência e que esta é uma situação "inaceitável".
"Não acho normal que aceitem estes convites, do ponto de vista político e de transparência", afirmou, acrescentando que neste caso existe uma ligação "entre empresas privadas e quem as tutela". "Cabe ao primeiro-ministro agir em conformidade", disse. E defende que António Costa deve reagir.
"Acho que os convites podem ser feitos, acho que não podem ser aceites", argumenta Nuno Magalhães, afirmando "compreender" que as empresas façam os convites e que o problema está em quem os aceita.
Já quarta-feira à noite, o deputado centrista Telmo Correia tinha avançado com o apelo à demissão de Fernando Rocha Andrade. Em causa estão as viagens do secretário de Estado para ver jogos do Euro, pagas pela Galp, empresa à qual o Estado reclama mais de 100 milhões de euros em dívida fiscal (os Assuntos Fiscais são tutelados no Governo precisamente por Rocha Andrade).