PS quer Stock da Cunha no Parlamento a explicar despedimentos

01-03-2016
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O PS apresentou esta sexta-feira um requerimento onde chama ao Parlamento o presidente do conselho de administração do Novo Banco, Eduardo Stock da Cunha, e da comissão de trabalhadores para explicarem o “impacto social resultante dos possíveis despedimentos que foram anunciados”. Esta quinta-feira a comissão de trabalhadores do banco deu conta da intenção da administração de avançar com um plano de reestruturação que implica a redução, já em 2016, de cerca de 1.000 postos de trabalho, 500 dos quais através de despedimento coletivo.

No mesmo requerimento, o PS pede ainda o envio do “estudo de avaliação organizacional, dos mapas comparativos entre o número de efetivos existentes e o número de postos de trabalho necessários, e qualquer outro documento relevante neste processo”.

“No final de 2014, a administração do Novo Banco, através de uma entrevista do Presidente do seu Conselho de Administração, confirmou que a reestruturação interna não seria prioritária, na medida que o Novo Banco já havia procedido a um esforço de redução de balcões. Por outro lado, não tendo passado por fusões ou aquisições, não teria excedentes de trabalhadores”, lê-se ainda no requerimento endereçado ao presidente da comissão parlamentar de Trabalho e Segurança Social, Feliciano Barreiras Duarte.

PS pede lista de documentos sobre Banif

No âmbito da comissão de inquérito ao Banif, o PS apresentou um requerimento com uma vasta lista de documentos que quer ver disponibilizados. Entre eles está o primeiro plano de reestruturação do banco, de novembro de 2012, ou o pedido de recapitalização feito em janeiro de 2013 pelo anterior governo.

Os socialistas querem ainda ter acesso a toda a correspondência trocada entre o Banco de Portugal e o Ministério das Finanças e entre o Governador e a Ministra das Finanças relativas a todas as fases do processo, desde 2012.

A lista de documentos pedida pelo PS:

Primeiro plano de reestruturação, datado de novembro de 2012, preparado pelo consultor financeiro;

Documentos de suporte à avaliação do Banif (antes da recapitalização);

Pedido de recapitalização, datado de janeiro de 2013;

Todas as propostas de Reestruturação e respetivas respostas da DG Com;

Atas do Banco de Portugal e do Conselho de Administração do Banif, no período de janeiro 2013 a dezembro 2015;

Toda a correspondência entre os vários intervenientes no processo do Banif, nomeadamente, Banco de Portugal, Governo, DG Com, BCE, Comissários Europeus e Conselho de Administração, inclusivamente e-mails e ofícios, no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2015;

Toda a correspondência trocada entre Banco de Portugal e Ministério das Finanças e entre Governador e Ministra das Finanças relativas a todas as fases do processo Banif, desde 2012;

Cartas endereçadas por Joaquín Almunía a Maria Luís Albuquerque, datadas de 16 de julho de 2013 e 31 de março de 2014;

Lista de consultores e assessores financeiros que tiveram acesso aos documentos do Banif, no período de novembro de 2012 a dezembro de 2015;

Todos os trabalhos realizados por assessores financeiros no âmbito do Banif, no período de novembro de 2012 a dezembro de 2015;

Documentos de trabalho dos dois consultores financeiros (relatórios e outros documentos), no período de janeiro 2013 a dezembro 2015;

Propostas para a compra voluntária do Banif (vinculativas e não vinculativas)

Lista de Ativos da Oitante;

Lista de titulares dos depósitos superiores a 100 mil euros e obrigacionistas seniores;

Documentos associados ao processo de venda da seguradora Açoreana;

Documentos associados à negociação entre o Banif e empresas públicas da Guiné Equatorial, no ano de 2014.

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O PS apresentou esta sexta-feira um requerimento onde chama ao Parlamento o presidente do conselho de administração do Novo Banco, Eduardo Stock da Cunha, e da comissão de trabalhadores para explicarem o “impacto social resultante dos possíveis despedimentos que foram anunciados”. Esta quinta-feira a comissão de trabalhadores do banco deu conta da intenção da administração de avançar com um plano de reestruturação que implica a redução, já em 2016, de cerca de 1.000 postos de trabalho, 500 dos quais através de despedimento coletivo.

No mesmo requerimento, o PS pede ainda o envio do “estudo de avaliação organizacional, dos mapas comparativos entre o número de efetivos existentes e o número de postos de trabalho necessários, e qualquer outro documento relevante neste processo”.

“No final de 2014, a administração do Novo Banco, através de uma entrevista do Presidente do seu Conselho de Administração, confirmou que a reestruturação interna não seria prioritária, na medida que o Novo Banco já havia procedido a um esforço de redução de balcões. Por outro lado, não tendo passado por fusões ou aquisições, não teria excedentes de trabalhadores”, lê-se ainda no requerimento endereçado ao presidente da comissão parlamentar de Trabalho e Segurança Social, Feliciano Barreiras Duarte.

PS pede lista de documentos sobre Banif

No âmbito da comissão de inquérito ao Banif, o PS apresentou um requerimento com uma vasta lista de documentos que quer ver disponibilizados. Entre eles está o primeiro plano de reestruturação do banco, de novembro de 2012, ou o pedido de recapitalização feito em janeiro de 2013 pelo anterior governo.

Os socialistas querem ainda ter acesso a toda a correspondência trocada entre o Banco de Portugal e o Ministério das Finanças e entre o Governador e a Ministra das Finanças relativas a todas as fases do processo, desde 2012.

A lista de documentos pedida pelo PS:

Primeiro plano de reestruturação, datado de novembro de 2012, preparado pelo consultor financeiro;

Documentos de suporte à avaliação do Banif (antes da recapitalização);

Pedido de recapitalização, datado de janeiro de 2013;

Todas as propostas de Reestruturação e respetivas respostas da DG Com;

Atas do Banco de Portugal e do Conselho de Administração do Banif, no período de janeiro 2013 a dezembro 2015;

Toda a correspondência entre os vários intervenientes no processo do Banif, nomeadamente, Banco de Portugal, Governo, DG Com, BCE, Comissários Europeus e Conselho de Administração, inclusivamente e-mails e ofícios, no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2015;

Toda a correspondência trocada entre Banco de Portugal e Ministério das Finanças e entre Governador e Ministra das Finanças relativas a todas as fases do processo Banif, desde 2012;

Cartas endereçadas por Joaquín Almunía a Maria Luís Albuquerque, datadas de 16 de julho de 2013 e 31 de março de 2014;

Lista de consultores e assessores financeiros que tiveram acesso aos documentos do Banif, no período de novembro de 2012 a dezembro de 2015;

Todos os trabalhos realizados por assessores financeiros no âmbito do Banif, no período de novembro de 2012 a dezembro de 2015;

Documentos de trabalho dos dois consultores financeiros (relatórios e outros documentos), no período de janeiro 2013 a dezembro 2015;

Propostas para a compra voluntária do Banif (vinculativas e não vinculativas)

Lista de Ativos da Oitante;

Lista de titulares dos depósitos superiores a 100 mil euros e obrigacionistas seniores;

Documentos associados ao processo de venda da seguradora Açoreana;

Documentos associados à negociação entre o Banif e empresas públicas da Guiné Equatorial, no ano de 2014.

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