Madeira alerta: "é urgente que a ADSE acelere o pagamento dos reembolsos"

05-10-2018
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A deputada do PSD-Madeira na Assembleia da República, Sara Madruga da Costa, considerou, este sábado, ser urgente que a ADSE acelere o pagamento dos reembolsos aos beneficiários na Madeira.

“Os beneficiários da ADSE têm sentido grandes constrangimentos no seu dia-a-dia derivado dos atrasos dos reembolsos”, alertou a deputada social-democrata, acrescentando que os “problemas têm origem” em Lisboa, pois é o Governo da República quem tem competências nesta área.

A parlamentar madeirense falava esta manhã aos jornalistas à saída de uma reunião de trabalho com Pedro Ramos, secretário regional da Saúde, onde a questão do novo hospital foi também discutida. “A aprovação do Hospital da Madeira como Projeto de interesse Comum pelo Conselho de Ministros foi o culminar de um trabalho intenso e de muita persistência e pressão do Governo Regional e do PSD”, afirmou Sara Madruga da Costa.

Também o secretário regional da Saúde, destacou o papel do PSD e do Governo Regional na concretização deste projeto, uma decisão, diz Pedro Ramos, que peca por tardia. “Este projeto foi aprovado por unanimidade em julho de 2018, e a decisão do Conselho de Ministros não poderia ser outra. Vem com três anos de atraso”, criticou o governante.

A deputada do PSD-Madeira na Assembleia da República, Sara Madruga da Costa, considerou, este sábado, ser urgente que a ADSE acelere o pagamento dos reembolsos aos beneficiários na Madeira.

“Os beneficiários da ADSE têm sentido grandes constrangimentos no seu dia-a-dia derivado dos atrasos dos reembolsos”, alertou a deputada social-democrata, acrescentando que os “problemas têm origem” em Lisboa, pois é o Governo da República quem tem competências nesta área.

A parlamentar madeirense falava esta manhã aos jornalistas à saída de uma reunião de trabalho com Pedro Ramos, secretário regional da Saúde, onde a questão do novo hospital foi também discutida. “A aprovação do Hospital da Madeira como Projeto de interesse Comum pelo Conselho de Ministros foi o culminar de um trabalho intenso e de muita persistência e pressão do Governo Regional e do PSD”, afirmou Sara Madruga da Costa.

Também o secretário regional da Saúde, destacou o papel do PSD e do Governo Regional na concretização deste projeto, uma decisão, diz Pedro Ramos, que peca por tardia. “Este projeto foi aprovado por unanimidade em julho de 2018, e a decisão do Conselho de Ministros não poderia ser outra. Vem com três anos de atraso”, criticou o governante.

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