Dinheiro Vivo 16 Outubro, 2017 • 15:49 Partilhar este artigo Facebook
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Domingo foi o pior dia do ano em incêndios, confirmou aos jornalistas Patrícia Gaspar, porta-voz da Proteção Civil. Foram registados 523 incêndios no país que mobilizaram mais de cinco mil operacionais e cerca de 1.600 viaturas. Ao final da noite, contabilizavam-se seis mortos e dezenas de feridos feridos.
Na tarde de segunda-feira, a Proteção Civil dava conta de que o número de vítimas mortais ascendia às 36. António Costa reconheceu que o Portugal viveu um dia devastador. “Os meios foram esticados até ao limite,” assumiu o primeiro-ministro, que assinou um despacho de “declaração de calamidade pública” para os distritos a norte do Tejo. “Vamos seguramente ter ainda um dia muito difícil.
As previsões da evolução meteorológica podem permitir alguma esperança nas zonas do litoral, mas relativamente às zonas do interior vamos ter ainda níveis muito elevados de risco de incêndio ao longo de todo o dia”, advertiu António Costa.
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Domingo foi o pior dia do ano em incêndios, confirmou aos jornalistas Patrícia Gaspar, porta-voz da Proteção Civil. Foram registados 523 incêndios no país que mobilizaram mais de cinco mil operacionais e cerca de 1.600 viaturas. Ao final da noite, contabilizavam-se seis mortos e dezenas de feridos feridos.
Na tarde de segunda-feira, a Proteção Civil dava conta de que o número de vítimas mortais ascendia às 36. António Costa reconheceu que o Portugal viveu um dia devastador. “Os meios foram esticados até ao limite,” assumiu o primeiro-ministro, que assinou um despacho de “declaração de calamidade pública” para os distritos a norte do Tejo. “Vamos seguramente ter ainda um dia muito difícil.
As previsões da evolução meteorológica podem permitir alguma esperança nas zonas do litoral, mas relativamente às zonas do interior vamos ter ainda níveis muito elevados de risco de incêndio ao longo de todo o dia”, advertiu António Costa.