A Madeira deverá atingir este ano os sete milhões de dormidas em unidades hoteleiras.
A verdade é que existiam algumas dúvidas em relação à recuperação do turismo no arquipélago depois dos incêndios que ocorrem no Funchal, no passado mês de agosto.
No entanto, uma semana depois, a Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura da Região Autónoma da Madeira já anunciava que as atividades turísticas na Madeira estavam a regressar à normalidade. Também o presidente da câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, referiu que “todo o potencial turístico do Funchal se mantém intacto e inalterado”.
Na altura, o governo Regional lembrava que todos os passeios pedestres oficialmente recomendados já estavam operacionais, apesar de admitir a existência de “alguns condicionamentos de trânsito devido às operações de rescaldo em algumas zonas”. Mais tarde foi a vez de reabrir o Jardim Botânico e o Teleférico do Monte.
Também em resposta aos prejuízos causados pelo incêndio, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, anunciou linhas de crédito para apoiar o turismo na ordem dos dez milhões de euros.
Estas linhas de crédito, de acordo com o governante, permitem prazos de financiamento muito alargados, com um período de carência em que não se tem que pagar nada durante três anos, e juros muito mais baixos do que o normal, porque 75% é coberto pelo Turismo de Portugal. Os prazos de pagamento rondarão os dez anos. O objetivo era simples: para que o “processo não se arraste e não se percam pelo meio postos de trabalho ou haja empresas que fechem”.
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A Madeira deverá atingir este ano os sete milhões de dormidas em unidades hoteleiras.
A verdade é que existiam algumas dúvidas em relação à recuperação do turismo no arquipélago depois dos incêndios que ocorrem no Funchal, no passado mês de agosto.
No entanto, uma semana depois, a Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura da Região Autónoma da Madeira já anunciava que as atividades turísticas na Madeira estavam a regressar à normalidade. Também o presidente da câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, referiu que “todo o potencial turístico do Funchal se mantém intacto e inalterado”.
Na altura, o governo Regional lembrava que todos os passeios pedestres oficialmente recomendados já estavam operacionais, apesar de admitir a existência de “alguns condicionamentos de trânsito devido às operações de rescaldo em algumas zonas”. Mais tarde foi a vez de reabrir o Jardim Botânico e o Teleférico do Monte.
Também em resposta aos prejuízos causados pelo incêndio, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, anunciou linhas de crédito para apoiar o turismo na ordem dos dez milhões de euros.
Estas linhas de crédito, de acordo com o governante, permitem prazos de financiamento muito alargados, com um período de carência em que não se tem que pagar nada durante três anos, e juros muito mais baixos do que o normal, porque 75% é coberto pelo Turismo de Portugal. Os prazos de pagamento rondarão os dez anos. O objetivo era simples: para que o “processo não se arraste e não se percam pelo meio postos de trabalho ou haja empresas que fechem”.