“Seguramente vamos encontrar mais vítimas”, diz Costa

25-06-2017
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Em directo: Toda a informação sobre Pedrógão Grande e outros incêndios

O primeiro-ministro informou esta tarde os jornalistas de que o número oficial de mortos desceu de 62 para 61, uma vez que um dos registos estava duplicado, mas rapidamente acrescentou: “Não vale a pena alegrarmo-nos com isso, porque seguramente ainda vamos encontrar mais vítimas”.

“Infelizmente a situação não está ainda concluída. O incêndio mantém-se activo e o vento reacendeu algumas frentes”, acrescentou António Costa à saída de uma reunião com autarcas locais onde se procurou soluções para a tragédia que se abateu sobre as populações locais.

Neste intervenção esclarece que já foi encontrado alojamento para todos os que dele precisam, numa acção concertada entre a Segurança Social, a União das Misericórdias e as IPSS da região.

O primeiro-ministro anunciou que vão ser instalados no terreno quatro centros operacionais da Segurança Social em Pedrógão Grande, Avelar, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. Da Segurança Social permanecerão na região 400 operacionais para prestar todo o apoio necessário.

Estes espaços terão “condições para dar resposta quer a alojamentos de emergência quer a apoios sociais de emergência que sejam necessários”.

Segundo António Costa há ainda aldeias em risco mas que, com a colaboração da GNR, já foram evacuadas. “Apelo a todas as pessoas para obedecerem às autoridades quando receberem ordens de evacuação”, disse.

Costa informou ainda que a secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, permanecerá em Pedrógão Grande para articular as respostas necessárias e o ministro do Planeamento, Pedro Marques, coordenará, como aconteceu nos incêndios da Madeira no ano passado, o conjunto de apoios que serão necessários.

“Infelizmente a situação não está ainda concluída e prossegue um trabalho muito penoso de identificar, aldeia a aldeia, eventuais vítimas”, referiu.

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O primeiro-ministro informou esta tarde os jornalistas de que o número oficial de mortos desceu de 62 para 61, uma vez que um dos registos estava duplicado, mas rapidamente acrescentou: “Não vale a pena alegrarmo-nos com isso, porque seguramente ainda vamos encontrar mais vítimas”.

“Infelizmente a situação não está ainda concluída. O incêndio mantém-se activo e o vento reacendeu algumas frentes”, acrescentou António Costa à saída de uma reunião com autarcas locais onde se procurou soluções para a tragédia que se abateu sobre as populações locais.

Neste intervenção esclarece que já foi encontrado alojamento para todos os que dele precisam, numa acção concertada entre a Segurança Social, a União das Misericórdias e as IPSS da região.

O primeiro-ministro anunciou que vão ser instalados no terreno quatro centros operacionais da Segurança Social em Pedrógão Grande, Avelar, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. Da Segurança Social permanecerão na região 400 operacionais para prestar todo o apoio necessário.

Estes espaços terão “condições para dar resposta quer a alojamentos de emergência quer a apoios sociais de emergência que sejam necessários”.

Segundo António Costa há ainda aldeias em risco mas que, com a colaboração da GNR, já foram evacuadas. “Apelo a todas as pessoas para obedecerem às autoridades quando receberem ordens de evacuação”, disse.

Costa informou ainda que a secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, permanecerá em Pedrógão Grande para articular as respostas necessárias e o ministro do Planeamento, Pedro Marques, coordenará, como aconteceu nos incêndios da Madeira no ano passado, o conjunto de apoios que serão necessários.

“Infelizmente a situação não está ainda concluída e prossegue um trabalho muito penoso de identificar, aldeia a aldeia, eventuais vítimas”, referiu.

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