O complemento de horário para as IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) que acolham filhos de trabalhadores pode vir a ser uma medida generalizada e não exclusiva da Autoeuropa, referiu esta quinta-feira a secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, no "Fórum TSF".
Se a procura o justificar, o complemento horário pode vir a ser adotado por outras empresas. "Se existir essa procura, teremos de avaliar se funcionou bem esta resposta e equacionar a sua generalização", declarou.
Cláudia Joaquim recordou também que já existem atualmente 953 creches com complemento horário, que representam o 51% das creches, onde já entrou em vigor este complemento para os pais trabalhadores com horários difíceis de conciliar, como é o caso dos trabalhos por turnos.
A secretária de Estado da Segurança Social, justificou, contudo, o caso especial que representa a situação dos trabalhadores da Autoeuropa: "Não estamos a falar de um apoio exclusivo para os trabalhadores da Autoeuropa, estamos a falar é de uma necessidade que é pública, concentrada no distrito de Setúbal, e que a Segurança Social manifesta esta total disponibilidade para avaliar se existe disponibilidade por parte das instituições", disse Cláudia Joaquim, na TSF.
O complemento de horário para as IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) que acolham filhos de trabalhadores pode vir a ser uma medida generalizada e não exclusiva da Autoeuropa, referiu esta quinta-feira a secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, no "Fórum TSF".
Se a procura o justificar, o complemento horário pode vir a ser adotado por outras empresas. "Se existir essa procura, teremos de avaliar se funcionou bem esta resposta e equacionar a sua generalização", declarou.
Cláudia Joaquim recordou também que já existem atualmente 953 creches com complemento horário, que representam o 51% das creches, onde já entrou em vigor este complemento para os pais trabalhadores com horários difíceis de conciliar, como é o caso dos trabalhos por turnos.
A secretária de Estado da Segurança Social, justificou, contudo, o caso especial que representa a situação dos trabalhadores da Autoeuropa: "Não estamos a falar de um apoio exclusivo para os trabalhadores da Autoeuropa, estamos a falar é de uma necessidade que é pública, concentrada no distrito de Setúbal, e que a Segurança Social manifesta esta total disponibilidade para avaliar se existe disponibilidade por parte das instituições", disse Cláudia Joaquim, na TSF.