A Comissão Técnica do Fundo Revita vai analisar as suspeitas de irregularidades na reconstrução de casas afetadas pelos incêndios de 2017 em Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.
A informação foi avançada hoje pelo presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves.
Antes do início da reunião da Comissão Técnica do Fundo Revita, o presidente, em declarações aos jornalistas, revelou que, para além de "20 e tal casos de Pedrógão Grande", vão ser também avaliados "dois ou três da Castanheira de Pera e um de Figueiró dos Vinhos".
"A Comissão Técnica vai avaliar todos os casos que merecem dúvidas", acrescentou o autarca.
A Comissão Técnica do Fundo Revita (órgão gestor dos fundos de apoio à reconstrução das casas afetadas pelo grande incêndio de junho de 2017) analisa hoje, em Pedrógão Grande, os processos de reconstrução de habitações afetadas pelos fogos.
Em causa, está o inquérito aberto em julho pelo Ministério Público para investigar irregularidades na reconstrução de casas afetadas pelo incêndio de junho de 2017, após a reportagem da revista Visão.
No dia 30 de agosto, a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, revelou aos jornalistas que já foram remetidos ao Ministério Público 21 processos no âmbito de alegadas irregularidades na reconstrução de habitações.
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A Comissão Técnica do Fundo Revita vai analisar as suspeitas de irregularidades na reconstrução de casas afetadas pelos incêndios de 2017 em Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.
A informação foi avançada hoje pelo presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves.
Antes do início da reunião da Comissão Técnica do Fundo Revita, o presidente, em declarações aos jornalistas, revelou que, para além de "20 e tal casos de Pedrógão Grande", vão ser também avaliados "dois ou três da Castanheira de Pera e um de Figueiró dos Vinhos".
"A Comissão Técnica vai avaliar todos os casos que merecem dúvidas", acrescentou o autarca.
A Comissão Técnica do Fundo Revita (órgão gestor dos fundos de apoio à reconstrução das casas afetadas pelo grande incêndio de junho de 2017) analisa hoje, em Pedrógão Grande, os processos de reconstrução de habitações afetadas pelos fogos.
Em causa, está o inquérito aberto em julho pelo Ministério Público para investigar irregularidades na reconstrução de casas afetadas pelo incêndio de junho de 2017, após a reportagem da revista Visão.
No dia 30 de agosto, a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, revelou aos jornalistas que já foram remetidos ao Ministério Público 21 processos no âmbito de alegadas irregularidades na reconstrução de habitações.