Entre amigos, família, simpatizantes e militantes do PS, o Porto transbordou o Rivoli para recordar Mário Soares

28-07-2018
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Entre amigos, família, simpatizantes e militantes do PS, o Porto transbordou o Rivoli para recordar Mário Soares

Mário Soares foi este domingo, 23 de abril, homenageado no Porto, numa sessão evocativa que decorreu no Teatro Municipal Rivoli e que contou com as mais destacadas personalidades da vida pública e política do país, bem como da família e amigos.

Sob o mote “Mário Soares: uma vida pela Liberdade”, o repto foi lançado pela Federação Distrital do Porto do PS, estrutura que organizou a iniciativa, e a cidade respondeu assertivamente, fazendo transbordar o Rivoli.

Isabel Soares, filha do antigo Chefe de Estado, foi a primeira a subir ao púlpito para tomar a palavra, lembrando o quando Mário Soares “gostava do lado melancólico e granítico do Porto, do encontro com o rio, das visitas a livrarias e alfarrabistas, das tripas em restaurantes de eleição e, sobretudo, dos muitos amigos que aqui encontrava”. Foi assim que Isabel Soares abordou a ligação “de sempre” do pai à cidade.

Todos, sem exceção, enalteceram a sua “imensa coragem até ao último fôlego”, a sua tenacidade e seu grande amor pela liberdade. O secretário-geral do PS, António Costa, declarou mesmo que “ninguém substituiu Mário Soares na história democrática”, sublinhando que o antigo Presidente da República “esteve presente em todos os combates do seu tempo”.

Manuel Pizarro, presidente da Federação Distrital do Porto do PS, sublinhou que a data escolhida para a realização desta iniciativa, muito próxima do 25 de Abril, “era uma das datas” mais “apropriadas”. “Nenhum homem político no nosso país tem o seu percurso tão irmanado com a democracia portuguesa”, sustentou.

Quanto à ligação do pai da democracia ao Porto, Manuel Pizarro sublinhou que Mário Soares “cultivou bem esta relação com a invicta e com as suas gentes”, e que o “apego incondicional [da cidade] à liberdade casa bem com a personalidade política de Mário Soares, com as suas convicções e com o seu exemplo”.

Por isso, “Temos todos uma obrigação: dar continuidade a esse exemplo. Enquanto no nosso país perdurar o amor à liberdade, Mário Soares estará vivo, connosco, a inspirar a nossa ação quotidiana e as nossas opções, quaisquer que sejam”, afirmou o líder federativo. “Havia de gostar de nos ver aqui, de nos abraçar e de estar connosco”, concluiu.

Entre amigos, família, simpatizantes e militantes do PS, o Porto transbordou o Rivoli para recordar Mário Soares

Mário Soares foi este domingo, 23 de abril, homenageado no Porto, numa sessão evocativa que decorreu no Teatro Municipal Rivoli e que contou com as mais destacadas personalidades da vida pública e política do país, bem como da família e amigos.

Sob o mote “Mário Soares: uma vida pela Liberdade”, o repto foi lançado pela Federação Distrital do Porto do PS, estrutura que organizou a iniciativa, e a cidade respondeu assertivamente, fazendo transbordar o Rivoli.

Isabel Soares, filha do antigo Chefe de Estado, foi a primeira a subir ao púlpito para tomar a palavra, lembrando o quando Mário Soares “gostava do lado melancólico e granítico do Porto, do encontro com o rio, das visitas a livrarias e alfarrabistas, das tripas em restaurantes de eleição e, sobretudo, dos muitos amigos que aqui encontrava”. Foi assim que Isabel Soares abordou a ligação “de sempre” do pai à cidade.

Todos, sem exceção, enalteceram a sua “imensa coragem até ao último fôlego”, a sua tenacidade e seu grande amor pela liberdade. O secretário-geral do PS, António Costa, declarou mesmo que “ninguém substituiu Mário Soares na história democrática”, sublinhando que o antigo Presidente da República “esteve presente em todos os combates do seu tempo”.

Manuel Pizarro, presidente da Federação Distrital do Porto do PS, sublinhou que a data escolhida para a realização desta iniciativa, muito próxima do 25 de Abril, “era uma das datas” mais “apropriadas”. “Nenhum homem político no nosso país tem o seu percurso tão irmanado com a democracia portuguesa”, sustentou.

Quanto à ligação do pai da democracia ao Porto, Manuel Pizarro sublinhou que Mário Soares “cultivou bem esta relação com a invicta e com as suas gentes”, e que o “apego incondicional [da cidade] à liberdade casa bem com a personalidade política de Mário Soares, com as suas convicções e com o seu exemplo”.

Por isso, “Temos todos uma obrigação: dar continuidade a esse exemplo. Enquanto no nosso país perdurar o amor à liberdade, Mário Soares estará vivo, connosco, a inspirar a nossa ação quotidiana e as nossas opções, quaisquer que sejam”, afirmou o líder federativo. “Havia de gostar de nos ver aqui, de nos abraçar e de estar connosco”, concluiu.

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