Os argumentos apontados pela ministra da Cultura, Graça Fonseca, para não aceitar a harmonização salarial que os trabalhadores do São Carlos e da Companhia Nacional de Bailado têm vindo a reivindicar desde março são dois: a ilegalidade da situação e a sua injustiça social dentro da mesma empresa.
Em declarações ao Expresso, Graça Fonseca explica que “a deliberação de 2017 não foi autorizada porque não foi comunicada, ou seja, nunca foi solicitada a autorização às tutelas”, o que é necessário porque “causa um impacto financeiro”.
Os argumentos apontados pela ministra da Cultura, Graça Fonseca, para não aceitar a harmonização salarial que os trabalhadores do São Carlos e da Companhia Nacional de Bailado têm vindo a reivindicar desde março são dois: a ilegalidade da situação e a sua injustiça social dentro da mesma empresa.
Em declarações ao Expresso, Graça Fonseca explica que “a deliberação de 2017 não foi autorizada porque não foi comunicada, ou seja, nunca foi solicitada a autorização às tutelas”, o que é necessário porque “causa um impacto financeiro”.