OE 2019 é o segundo menos transparente deste governo

09-12-2018
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Economia OE 2019 é o segundo menos transparente deste governo 29.11.2018 às 16h04 Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link: Pior só o Orçamento do Estado de 2018, dizem os 21 conselheiros do Budget Watch, uma parceria entre Deloitte, ISEG e Institute of Public Policy, que analisou a última proposta de Mário Centeno sob a perspetiva do rigor, da transparência e da responsabilidade orçamental Joana Nunes Mateus jornalista O antigo ministro das Finanças do governo de Cavaco Silva, Miguel Cadilhe, e a antiga ministra da saúde e secretária de Estado do Orçamento dos governos de António Guterres, Manuela Arcanjo, estão entre os 21 peritos do conselho científico consultivo do Budget Watch que acaba de chumbar a proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2019 em termos de rigor, da transparência e da responsabilidade orçamental. De acordo com o índice orçamental Budget Watch 2019, a divulgar em detalhe esta sexta-feira, a última proposta de OE submetida à Assembleia da República pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, obteve a nota de “insuficiente”, somando apenas 45,5 pontos em 100 possíveis. Esta nota representa uma ligeira melhoria face ao OE2018 (44,5%). “No entanto, a nota é mais reduzida que a conferida ao OE2016 (46%) e ao OE 2017 (46,7%), e representa assim, a segunda nota mais baixa atribuída a um orçamento do XXI governo constitucional”, lê-se no documento a que o Expresso teve acesso. Ainda assim, retoma-se a tendência de melhoria que se registava desde 2015, após o mínimo registado pelo OE 2014 (37,7%). Recorde-se que o projeto Budget Watch resulta de uma parceria, iniciada em 2009, entre a Deloitte, o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e o Institute of Public Policy (IPP). Este índice orçamental IPP/ISEG resulta da compilação, tratamento estatístico e análise qualitativa da avaliação dada pelos vários membros do conselho científico consultivo do Budget Watch. Quem avaliou o OE2019 foi António Afonso (ISEG-Universidade de Lisboa), Daniel Carolo (ISEG-Universidade de Lisboa), Eduardo Costa (NOVA-SBE), Francesco Franco (NOVA-SBE e IPP), Francisca Guedes de Oliveira (Universidade Católica Porto e IPP), Francisco Nunes (ISEG-Universidade de Lisboa), Joana Andrade Vicente (IPP), João Duque (ISEG-Universidade de Lisboa), João Ferreira do Amaral (ISEG-Universidade de Lisboa), Joaquim Miranda Sarmento (ISEG-Universidade de Lisboa), Jorge Santos (ISEG-Universidade de Lisboa), José Alves (IPP), José Silva Costa (FEP-Universidade do Porto), Linda Veiga (Universidade do Minho), Luís Teles Morais (NOVA-SBE e IPP), Manuela Arcanjo (ISEG-Universidade de Lisboa), Miguel Cadilhe (Universidade do Porto), Patrícia Melo (ISEG-Universidade de Lisboa), Ricardo Cabral (Universidade da Madeira e IPP), Ricardo Reis (London School of Economics) e Susana Peralta (NOVA-SBE). O ISEG acolhe esta sexta feira, dia 30 de novembro, o seminário, "Budget Watch: OE 2019 - Rigor e Transparência Orçamental". Para apresentar e debater este e outros resultados, participarão no evento o secretário de Estado do Orçamento, João Leão, o professor e porta-voz do PSD, Joaquim Miranda Sarmento, o professor e deputado do grupo parlamentar do PS, Paulo Trigo Pereira, o partner da Deloitte, Afonso Arnaldo, e os autores do relatório de avaliação Budget Watch 2019, Joana Andrade Vicente e João Ferreira do Amaral. Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link:

Economia OE 2019 é o segundo menos transparente deste governo 29.11.2018 às 16h04 Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link: Pior só o Orçamento do Estado de 2018, dizem os 21 conselheiros do Budget Watch, uma parceria entre Deloitte, ISEG e Institute of Public Policy, que analisou a última proposta de Mário Centeno sob a perspetiva do rigor, da transparência e da responsabilidade orçamental Joana Nunes Mateus jornalista O antigo ministro das Finanças do governo de Cavaco Silva, Miguel Cadilhe, e a antiga ministra da saúde e secretária de Estado do Orçamento dos governos de António Guterres, Manuela Arcanjo, estão entre os 21 peritos do conselho científico consultivo do Budget Watch que acaba de chumbar a proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2019 em termos de rigor, da transparência e da responsabilidade orçamental. De acordo com o índice orçamental Budget Watch 2019, a divulgar em detalhe esta sexta-feira, a última proposta de OE submetida à Assembleia da República pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, obteve a nota de “insuficiente”, somando apenas 45,5 pontos em 100 possíveis. Esta nota representa uma ligeira melhoria face ao OE2018 (44,5%). “No entanto, a nota é mais reduzida que a conferida ao OE2016 (46%) e ao OE 2017 (46,7%), e representa assim, a segunda nota mais baixa atribuída a um orçamento do XXI governo constitucional”, lê-se no documento a que o Expresso teve acesso. Ainda assim, retoma-se a tendência de melhoria que se registava desde 2015, após o mínimo registado pelo OE 2014 (37,7%). Recorde-se que o projeto Budget Watch resulta de uma parceria, iniciada em 2009, entre a Deloitte, o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e o Institute of Public Policy (IPP). Este índice orçamental IPP/ISEG resulta da compilação, tratamento estatístico e análise qualitativa da avaliação dada pelos vários membros do conselho científico consultivo do Budget Watch. Quem avaliou o OE2019 foi António Afonso (ISEG-Universidade de Lisboa), Daniel Carolo (ISEG-Universidade de Lisboa), Eduardo Costa (NOVA-SBE), Francesco Franco (NOVA-SBE e IPP), Francisca Guedes de Oliveira (Universidade Católica Porto e IPP), Francisco Nunes (ISEG-Universidade de Lisboa), Joana Andrade Vicente (IPP), João Duque (ISEG-Universidade de Lisboa), João Ferreira do Amaral (ISEG-Universidade de Lisboa), Joaquim Miranda Sarmento (ISEG-Universidade de Lisboa), Jorge Santos (ISEG-Universidade de Lisboa), José Alves (IPP), José Silva Costa (FEP-Universidade do Porto), Linda Veiga (Universidade do Minho), Luís Teles Morais (NOVA-SBE e IPP), Manuela Arcanjo (ISEG-Universidade de Lisboa), Miguel Cadilhe (Universidade do Porto), Patrícia Melo (ISEG-Universidade de Lisboa), Ricardo Cabral (Universidade da Madeira e IPP), Ricardo Reis (London School of Economics) e Susana Peralta (NOVA-SBE). O ISEG acolhe esta sexta feira, dia 30 de novembro, o seminário, "Budget Watch: OE 2019 - Rigor e Transparência Orçamental". Para apresentar e debater este e outros resultados, participarão no evento o secretário de Estado do Orçamento, João Leão, o professor e porta-voz do PSD, Joaquim Miranda Sarmento, o professor e deputado do grupo parlamentar do PS, Paulo Trigo Pereira, o partner da Deloitte, Afonso Arnaldo, e os autores do relatório de avaliação Budget Watch 2019, Joana Andrade Vicente e João Ferreira do Amaral. Facebook Twitter Email Whatsapp Mais Google+ Linkedin Pinterest Link:

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