Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto e da Economia

14-10-2018
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Pedro Siza Vieira, atual ministro Adjunto, vai a partir de agora ocupar também a pasta da Economia, substituindo Manuel Caldeira Cabral. As alterações foram comunicadas este domingo, 14 de outubro, pelo primeiro-ministro, António Costa.

Apesar de ficar com a tutela da economia, Siza Vieira perde uma das áreas que estava nas mãos do seu antecessor: a energia. A secretaria de Estado da Energia passa agora para a tutela de João Pedro Matos Fernandes, que fica como Ministro do Ambiente e da Transição Energética.

Pedro Siza Vieira ocupa o cargio de ministro Adjunto no XXI Governo Constitucional desde outubro de 2017. Exerceu anteriormente funções no Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais e vogal da Comissão Executiva da Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas.

Tem 54 anos e é licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1987). Na sua atividade académica, foi monitor na Faculdade de Direito de Lisboa e assistente na Universidade Autónoma de Lisboa e ainda, professor convidado da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Nova de Lisboa.

Já durante o seu percurso profissional, exerceu advocacia durante mais de uma década. Foi sócio da Morais Leitão, J. Galvão Teles e Associados, Sociedade de Advogados e, de 2002 a outubro de 2017, sócio da Linklaters LLP, sendo Managing Partner do escritório de Lisboa desta sociedade, entre 2006 e 2016.

Integrou as listas de árbitros do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, do Instituto de Arbitragem Comercial da Associação Comercial do Porto, da Concórdia (Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem), do Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara de Comércio Portuguesa no Brasil, e do CREL (Centro de Resolução de Extrajudicial Litígios do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola).

Foi membro da Direção da Associação das Sociedades de Advogados de Portugal e presidente da Associação Portuguesa de Arbitragem.

Integrou vários Grupos de Trabalho responsáveis pela elaboração de ante projetos legislativos, entre os quais, os que estiveram na origem do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, do Regime da Responsabilidade Civil do Estado e demais pessoas coletivas públicas e da Lei de Arbitragem Voluntária.

Foi membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais e vogal da Comissão Executiva da Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas.

Pedro Siza Vieira, atual ministro Adjunto, vai a partir de agora ocupar também a pasta da Economia, substituindo Manuel Caldeira Cabral. As alterações foram comunicadas este domingo, 14 de outubro, pelo primeiro-ministro, António Costa.

Apesar de ficar com a tutela da economia, Siza Vieira perde uma das áreas que estava nas mãos do seu antecessor: a energia. A secretaria de Estado da Energia passa agora para a tutela de João Pedro Matos Fernandes, que fica como Ministro do Ambiente e da Transição Energética.

Pedro Siza Vieira ocupa o cargio de ministro Adjunto no XXI Governo Constitucional desde outubro de 2017. Exerceu anteriormente funções no Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais e vogal da Comissão Executiva da Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas.

Tem 54 anos e é licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1987). Na sua atividade académica, foi monitor na Faculdade de Direito de Lisboa e assistente na Universidade Autónoma de Lisboa e ainda, professor convidado da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Nova de Lisboa.

Já durante o seu percurso profissional, exerceu advocacia durante mais de uma década. Foi sócio da Morais Leitão, J. Galvão Teles e Associados, Sociedade de Advogados e, de 2002 a outubro de 2017, sócio da Linklaters LLP, sendo Managing Partner do escritório de Lisboa desta sociedade, entre 2006 e 2016.

Integrou as listas de árbitros do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, do Instituto de Arbitragem Comercial da Associação Comercial do Porto, da Concórdia (Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem), do Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara de Comércio Portuguesa no Brasil, e do CREL (Centro de Resolução de Extrajudicial Litígios do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola).

Foi membro da Direção da Associação das Sociedades de Advogados de Portugal e presidente da Associação Portuguesa de Arbitragem.

Integrou vários Grupos de Trabalho responsáveis pela elaboração de ante projetos legislativos, entre os quais, os que estiveram na origem do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, do Regime da Responsabilidade Civil do Estado e demais pessoas coletivas públicas e da Lei de Arbitragem Voluntária.

Foi membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais e vogal da Comissão Executiva da Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas.

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