Licério Marques falava à imprensa hoje à tarde frente à Assembleia da República, que conta também com a participação dos habitantes de Vouzela, do presidente da câmara de Vouzela e do presidente da câmara de Alcoutim.
Por seu turno, o presidente da câmara de Vouzela, Telmo Antunes, mostrou-se "esperançado" de que a substituição do ministro Correia de Campos pela médica Ana Jorge traga mais "consenso no encerramento das urgências no País".
Não negando a necessidade de reformas na área da saúde do país, Telmo Antunes sublinhou que só podem ser feitas "ouvindo as populações e indo de encontro às suas necessidades".
O primeiro-ministro "enganou-se na questão da OTA, no referendo europeu e também nesta reforma da saúde. Pagamos impostos, temos que ter direito à saúde" - disse sublinhando que se a ministra da saúde não recuar na decisão de encerramento das urgências têm que exigir a demissão do primeiro-ministro por ele ser o primeiro responsável".
Já o presidente da Câmara de Alcoutim, Francisco Amaral, disse aos jornalistas que a ausência da população do seu concelho na manifestação se deve ao anúncio da substituição do ministro da Saúde, anunciado terça-feira à tarde.
Francisco Amaral sublinhou que o hospital distrital do Algarve, o de Faro, tem umas "urgências terceiro-mundistas" que não se compadecem com as necessidades da população nem com a região de turismo de excelência de Portugal.
"Vouzela está de luto" e "Façam um referendo à saúde" lê-se nos cartazes empunhados por populares de Vouzela e Anadia, que se fizeram deslocar ao parlamento em 21 autocarros - 11 de Vouzela e 10 ou 11 de Anadia.
Os autarcas vão tentar ser recebidos pelo presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
CP
Lusa/Fim
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Licério Marques falava à imprensa hoje à tarde frente à Assembleia da República, que conta também com a participação dos habitantes de Vouzela, do presidente da câmara de Vouzela e do presidente da câmara de Alcoutim.
Por seu turno, o presidente da câmara de Vouzela, Telmo Antunes, mostrou-se "esperançado" de que a substituição do ministro Correia de Campos pela médica Ana Jorge traga mais "consenso no encerramento das urgências no País".
Não negando a necessidade de reformas na área da saúde do país, Telmo Antunes sublinhou que só podem ser feitas "ouvindo as populações e indo de encontro às suas necessidades".
O primeiro-ministro "enganou-se na questão da OTA, no referendo europeu e também nesta reforma da saúde. Pagamos impostos, temos que ter direito à saúde" - disse sublinhando que se a ministra da saúde não recuar na decisão de encerramento das urgências têm que exigir a demissão do primeiro-ministro por ele ser o primeiro responsável".
Já o presidente da Câmara de Alcoutim, Francisco Amaral, disse aos jornalistas que a ausência da população do seu concelho na manifestação se deve ao anúncio da substituição do ministro da Saúde, anunciado terça-feira à tarde.
Francisco Amaral sublinhou que o hospital distrital do Algarve, o de Faro, tem umas "urgências terceiro-mundistas" que não se compadecem com as necessidades da população nem com a região de turismo de excelência de Portugal.
"Vouzela está de luto" e "Façam um referendo à saúde" lê-se nos cartazes empunhados por populares de Vouzela e Anadia, que se fizeram deslocar ao parlamento em 21 autocarros - 11 de Vouzela e 10 ou 11 de Anadia.
Os autarcas vão tentar ser recebidos pelo presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
CP
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