Nuno Morais Sarmento e David Justino não serão candidatos a deputados nas próximas legislativas. Os dois vice-presidentes com mais peso histórico no partido — estatuto que partilham com o agora ex-vice Castro Almeida — manifestaram isso mesmo a Rui Rio e só um eventual apelo do líder fará com que ponderem, um cenário muito improvável.
Sendo um golpe, a ausência destes dois pesos pesados abre outras vagas num momento em que a direção nacional do PSD faz contas para saber onde encaixar tantos candidatos a candidatos. Os focos de tensão multiplicam-se por todo o país e as estruturas locais — sobretudo as mais problemáticas — exasperam com o silêncio da São Caetano. Isto porque nas reuniões que decorreram com a direção nacional receberam pouco ou nenhum feedback. Pior: na hora de negociar, a direção do partido faz contas aos lugares que elegeu em 2015; as estruturas sentem que a bancada parlamentar vai encolher (e de que maneira) e sentem-se ainda mais defraudadas.
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Nuno Morais Sarmento e David Justino não serão candidatos a deputados nas próximas legislativas. Os dois vice-presidentes com mais peso histórico no partido — estatuto que partilham com o agora ex-vice Castro Almeida — manifestaram isso mesmo a Rui Rio e só um eventual apelo do líder fará com que ponderem, um cenário muito improvável.
Sendo um golpe, a ausência destes dois pesos pesados abre outras vagas num momento em que a direção nacional do PSD faz contas para saber onde encaixar tantos candidatos a candidatos. Os focos de tensão multiplicam-se por todo o país e as estruturas locais — sobretudo as mais problemáticas — exasperam com o silêncio da São Caetano. Isto porque nas reuniões que decorreram com a direção nacional receberam pouco ou nenhum feedback. Pior: na hora de negociar, a direção do partido faz contas aos lugares que elegeu em 2015; as estruturas sentem que a bancada parlamentar vai encolher (e de que maneira) e sentem-se ainda mais defraudadas.