11ª ETAPA
Após as merecidas férias, lá regressou a Volta ao Mundo para mais uma vez rasgar os céus virtuais.
A 11ª Etapa realizou-se sexta-feira, 8 de Novembro e foi voada em Multiplayer com a presença de 4 pilotos.
O dia anterior tinha permitido realizar as ultimas afinações no Baron, que já se encontrava parado há algum tempo num hangar de Badajoz.
O encontro ficou marcado para as 9:30 da manhã, hora local, a previsão era de bom tempo, pelo menos na saída de Badajoz.
A manhã do dia 8, estava calma, apenas uma leve brisa se fazia sentir, sendo o azul do céu a característica dominante.
O Briefing tinha sido feito no dia anterior, por isso decorreram apenas uns checks rápidos, e às 9:37 tirava os calços e começava a rolar nos longos taxiways de LEBZ, que permitiram realizar o resto dos checklist a caminho da pista.
Foi pedida descolagem da pista 13, estava prevista uma volta pela direita para interceptar o VOR de Sevilha, no curso 156, logo após a descolagem.
O João Campos descolou em 1ª lugar, eu alinhei na pista às 9:46, segundos depois já rolava no asfalto da 13 e suavemente colocava o meu avião no ar.
Não foi preciso subir muito para o código Morse soar no cockpit, "dizendo"
-- .-. -. »» MRN , era a confirmação de que a frequência 115,50 estava correcta e bem colocada no NAV1, o VOR que se encontrava lá longe em Sevilha, fazia já parte da minha viagem.
A subida foi feita a 700 pés/minuto, rapidamente alcancei FL 070, interceptei o curso 156 e mais uma vez os céus espanhóis e os meus companheiros lá longe na ponta da asa eram a minha companhia.
O relógio marcava 10 horas e 20 minutos quando iniciei a descida para Sevilha, como vento em LEMO estava calmo, voltei para 120 interceptei a final longa da pista 21 para fazer um Touch n´Go.
Era o n.º 1 na aproximação e 10 minutos após ter iniciado a descida fazia um Touch n’ Go.
O Hugo Carvalho, que tinha chegado a Sevilha umas semanas antes, fez questão de aparecer para nos desejar uma boa viagem.
Subi novamente para FL 070 mas tive que fazer um Holding, para esperar pelos meus companheiros, que vinham ligeiramente atrasados.
Despedimo-nos do Hugo, e lá seguimos rumo a Almeria, o nosso destino final.
Pela frente tínhamos nada mais nada menos que a Sierra Nevada, FL 070 não iria ser suficiente para atravessá-la.
Após uma consulta aos ventos de altitude ficou decido subir para FL 180, onde o vento era quase de cauda a soprar a 55Kts. É sempre agradável uma ajudita, nem que seja do vento.
Apenas alguns minutos após a saída de Sevilha, o João Campos anunciava o seu precoce fim de etapa, uma fuga de combustível não o iria deixar prosseguir, teria que divergir para Málaga.
Foi precisamente de Málaga que descolou o Paulo Brás, que se juntava a mim e ao Alexandre Cortez para o aguardado final de etapa.
Como já descrevi numa etapa anterior, realizada no norte de Espanha, volto a realçar o contraste entre as altas montanhas na linha de costa e o mar.
Para não subir até aos 30000 pés, altitude das montanhas, resolvemos iniciar a descida a 40 NM do VOR AMR e voar pela linha de costa até Almeria.
Eram 11:30 quando comecei a avistar a cidade, fiz uma final longa e 2 horas após ter libertado os “parking brakes” em Badajoz, tocava a pista 07.
Coloquei os calços às 11:41, era o fim de mais uma etapa.
Demorei 2 horas e 4 minutos e gastei 40 galões de combustível.
Até à próxima etapa, um abraço e bons voos.
Ricardo Pinheiro ;-)
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11ª ETAPA
Após as merecidas férias, lá regressou a Volta ao Mundo para mais uma vez rasgar os céus virtuais.
A 11ª Etapa realizou-se sexta-feira, 8 de Novembro e foi voada em Multiplayer com a presença de 4 pilotos.
O dia anterior tinha permitido realizar as ultimas afinações no Baron, que já se encontrava parado há algum tempo num hangar de Badajoz.
O encontro ficou marcado para as 9:30 da manhã, hora local, a previsão era de bom tempo, pelo menos na saída de Badajoz.
A manhã do dia 8, estava calma, apenas uma leve brisa se fazia sentir, sendo o azul do céu a característica dominante.
O Briefing tinha sido feito no dia anterior, por isso decorreram apenas uns checks rápidos, e às 9:37 tirava os calços e começava a rolar nos longos taxiways de LEBZ, que permitiram realizar o resto dos checklist a caminho da pista.
Foi pedida descolagem da pista 13, estava prevista uma volta pela direita para interceptar o VOR de Sevilha, no curso 156, logo após a descolagem.
O João Campos descolou em 1ª lugar, eu alinhei na pista às 9:46, segundos depois já rolava no asfalto da 13 e suavemente colocava o meu avião no ar.
Não foi preciso subir muito para o código Morse soar no cockpit, "dizendo"
-- .-. -. »» MRN , era a confirmação de que a frequência 115,50 estava correcta e bem colocada no NAV1, o VOR que se encontrava lá longe em Sevilha, fazia já parte da minha viagem.
A subida foi feita a 700 pés/minuto, rapidamente alcancei FL 070, interceptei o curso 156 e mais uma vez os céus espanhóis e os meus companheiros lá longe na ponta da asa eram a minha companhia.
O relógio marcava 10 horas e 20 minutos quando iniciei a descida para Sevilha, como vento em LEMO estava calmo, voltei para 120 interceptei a final longa da pista 21 para fazer um Touch n´Go.
Era o n.º 1 na aproximação e 10 minutos após ter iniciado a descida fazia um Touch n’ Go.
O Hugo Carvalho, que tinha chegado a Sevilha umas semanas antes, fez questão de aparecer para nos desejar uma boa viagem.
Subi novamente para FL 070 mas tive que fazer um Holding, para esperar pelos meus companheiros, que vinham ligeiramente atrasados.
Despedimo-nos do Hugo, e lá seguimos rumo a Almeria, o nosso destino final.
Pela frente tínhamos nada mais nada menos que a Sierra Nevada, FL 070 não iria ser suficiente para atravessá-la.
Após uma consulta aos ventos de altitude ficou decido subir para FL 180, onde o vento era quase de cauda a soprar a 55Kts. É sempre agradável uma ajudita, nem que seja do vento.
Apenas alguns minutos após a saída de Sevilha, o João Campos anunciava o seu precoce fim de etapa, uma fuga de combustível não o iria deixar prosseguir, teria que divergir para Málaga.
Foi precisamente de Málaga que descolou o Paulo Brás, que se juntava a mim e ao Alexandre Cortez para o aguardado final de etapa.
Como já descrevi numa etapa anterior, realizada no norte de Espanha, volto a realçar o contraste entre as altas montanhas na linha de costa e o mar.
Para não subir até aos 30000 pés, altitude das montanhas, resolvemos iniciar a descida a 40 NM do VOR AMR e voar pela linha de costa até Almeria.
Eram 11:30 quando comecei a avistar a cidade, fiz uma final longa e 2 horas após ter libertado os “parking brakes” em Badajoz, tocava a pista 07.
Coloquei os calços às 11:41, era o fim de mais uma etapa.
Demorei 2 horas e 4 minutos e gastei 40 galões de combustível.
Até à próxima etapa, um abraço e bons voos.
Ricardo Pinheiro ;-)