Três monólogos sobre vida e relações íntimas. Três conversas sobre violência de género, desamor, amor clandestino, incapacidade para amarem, num país marcado pela recessão e pelo envelhecimento. O texto é uma adaptação da jornalista Ana Cristina Pereira a partir de um ciclo de entrevistas já realizadas pela mesma para o jornal Público.
LUÍSA PINTO é Mestre em Teatro / Encenação pela Escola Superior Artística do Porto. Docente na Escola Superior Artística do Porto e faz parte da Direção da Cesap, coperativa de ensino superior artístico do Porto. Doutoranda em estudos teatrais e performativos na Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra. Encenou mais de 20 peças, entre elas , “Mil olhos de vidro”,” Dali”, ” Missa do Galo” de Carlos Tê e Manuel Paulo, “ Sicrano “de Jorge Louraço Figueira, “A Casa Encantada” de Roberto Merino, “ elegante melancolia do crepúsculo,”“Chavela” de Pedro Pinto e Filipe Pinto “Amor solúvel” de Carlos Tê,” “Um fio de Jogo”, Trago-te na pele” de Marta Freitas, “Breviário Gota D Água” de Heron Coelho a partir de Chico Buarque, “caminham nus empoeirados “ de Gero Camilo, entre muitos outros privilegiando autores e dramaturgos da língua portuguesa. A par da encenação, cria cenografia e figurinos para os seus espetáculos tendo nos últimos cinco anos a sua assinatura em todas as criações.
SÁB 19 MAR
CONVERSA PÓS-ESPETÁCULO
COM JOÃO MARIA ANDRÉ
Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
“Onde o frio se demora” fala de três mulheres de diferente idade, de diferentes condições sociais, com diferentes graus de instrução. Março Sex 18 Mar ⁄ 19h00
Sáb 19 Mar ⁄ 17h00
RIVOLIPequeno Auditório Teatro 5,00 eur • M/16
Texto: Ana Cristina Pereira
Encenação, Cenografia e Figurinos: Luísa Pinto
Interpretação: Margarida Carvalho
Música e sonoplastia: Peixe
Desenho de Luz: Bruno Santos
Fotografia/vídeo: Paulo Pimenta
Produção: Narrativensaio-AC
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Três monólogos sobre vida e relações íntimas. Três conversas sobre violência de género, desamor, amor clandestino, incapacidade para amarem, num país marcado pela recessão e pelo envelhecimento. O texto é uma adaptação da jornalista Ana Cristina Pereira a partir de um ciclo de entrevistas já realizadas pela mesma para o jornal Público.
LUÍSA PINTO é Mestre em Teatro / Encenação pela Escola Superior Artística do Porto. Docente na Escola Superior Artística do Porto e faz parte da Direção da Cesap, coperativa de ensino superior artístico do Porto. Doutoranda em estudos teatrais e performativos na Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra. Encenou mais de 20 peças, entre elas , “Mil olhos de vidro”,” Dali”, ” Missa do Galo” de Carlos Tê e Manuel Paulo, “ Sicrano “de Jorge Louraço Figueira, “A Casa Encantada” de Roberto Merino, “ elegante melancolia do crepúsculo,”“Chavela” de Pedro Pinto e Filipe Pinto “Amor solúvel” de Carlos Tê,” “Um fio de Jogo”, Trago-te na pele” de Marta Freitas, “Breviário Gota D Água” de Heron Coelho a partir de Chico Buarque, “caminham nus empoeirados “ de Gero Camilo, entre muitos outros privilegiando autores e dramaturgos da língua portuguesa. A par da encenação, cria cenografia e figurinos para os seus espetáculos tendo nos últimos cinco anos a sua assinatura em todas as criações.
SÁB 19 MAR
CONVERSA PÓS-ESPETÁCULO
COM JOÃO MARIA ANDRÉ
Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
“Onde o frio se demora” fala de três mulheres de diferente idade, de diferentes condições sociais, com diferentes graus de instrução. Março Sex 18 Mar ⁄ 19h00
Sáb 19 Mar ⁄ 17h00
RIVOLIPequeno Auditório Teatro 5,00 eur • M/16
Texto: Ana Cristina Pereira
Encenação, Cenografia e Figurinos: Luísa Pinto
Interpretação: Margarida Carvalho
Música e sonoplastia: Peixe
Desenho de Luz: Bruno Santos
Fotografia/vídeo: Paulo Pimenta
Produção: Narrativensaio-AC