Assaltos violentos a residências de luxo preocupam Cascais

14-05-2016
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O presidente da Junta de Freguesia de Cascais mostrou-se hoje «preocupado» com os assaltos violentos registados nos últimos dias na Quinta da Marinha e em Birre, pedindo um reforço da segurança, apelo já atendido pela divisão local da PSP.

“é assustador. é uma situação que me está a preocupar muito”, afirmou à agência lusa pedro morais soares, presidente da junta da freguesia onde ocorreram os crimes.

contudo, o autarca acredita tratarem-se de “situações pontuais de criminalidade organizada” e espera que não se instale uma onda de pânico.

pedro morais soares disse também que a segurança deveria ser reforçada em todo o concelho, mas dado os últimos acontecimentos é “prioridade deslocar oficiais de polícia para vigiar os locais que estão agora a ser o principal alvo dos assaltantes”, referindo-se à quinta da marinha e birre.

“há um foco localizado naquela zona e, portanto, que se dê mais atenção àquele local específico e que as forças de segurança façam uma vigilância mais apertada”, sustentou.

o apelo já foi atendido pela divisão de cascais da psp, que decidiu, ainda na quinta-feira, reforçar o patrulhamento na quinta da marinha e em birre.

“ontem (quinta feira) decidimos reforçar a vigilância e temos um patrulhamento mais assíduo naquelas zonas onde estão a ocorrer estes crimes violentos”, disse à lusa o comandante responsável da divisão de cascais, rafael marques.

o responsável salientou o empenho dos agentes em «mitigar a situação» e devolver a tranquilidade aos moradores.

na quarta-feira à noite, três indivíduos armados invadiram uma residência na quinta da marinha e roubaram cerca de 600 mil euros em valores, revelou a psp, adiantando ter-se tratado de um «roubo à mão armada dentro de uma residência com os seus proprietários no interior».

na quinta-feira de manhã, voltou a registar-se novo assalto violento a uma carrinha de transporte de valores, desta vez em birre, também tida como uma zona de luxo.

os crimes já estão a ser investigados pela polícia judiciária, que adiantou hoje à lusa «ainda não haver desenvolvimentos em ambos os casos».

lusa / sol

O presidente da Junta de Freguesia de Cascais mostrou-se hoje «preocupado» com os assaltos violentos registados nos últimos dias na Quinta da Marinha e em Birre, pedindo um reforço da segurança, apelo já atendido pela divisão local da PSP.

“é assustador. é uma situação que me está a preocupar muito”, afirmou à agência lusa pedro morais soares, presidente da junta da freguesia onde ocorreram os crimes.

contudo, o autarca acredita tratarem-se de “situações pontuais de criminalidade organizada” e espera que não se instale uma onda de pânico.

pedro morais soares disse também que a segurança deveria ser reforçada em todo o concelho, mas dado os últimos acontecimentos é “prioridade deslocar oficiais de polícia para vigiar os locais que estão agora a ser o principal alvo dos assaltantes”, referindo-se à quinta da marinha e birre.

“há um foco localizado naquela zona e, portanto, que se dê mais atenção àquele local específico e que as forças de segurança façam uma vigilância mais apertada”, sustentou.

o apelo já foi atendido pela divisão de cascais da psp, que decidiu, ainda na quinta-feira, reforçar o patrulhamento na quinta da marinha e em birre.

“ontem (quinta feira) decidimos reforçar a vigilância e temos um patrulhamento mais assíduo naquelas zonas onde estão a ocorrer estes crimes violentos”, disse à lusa o comandante responsável da divisão de cascais, rafael marques.

o responsável salientou o empenho dos agentes em «mitigar a situação» e devolver a tranquilidade aos moradores.

na quarta-feira à noite, três indivíduos armados invadiram uma residência na quinta da marinha e roubaram cerca de 600 mil euros em valores, revelou a psp, adiantando ter-se tratado de um «roubo à mão armada dentro de uma residência com os seus proprietários no interior».

na quinta-feira de manhã, voltou a registar-se novo assalto violento a uma carrinha de transporte de valores, desta vez em birre, também tida como uma zona de luxo.

os crimes já estão a ser investigados pela polícia judiciária, que adiantou hoje à lusa «ainda não haver desenvolvimentos em ambos os casos».

lusa / sol

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