“Na UBI há uma dedicação sem limites no apoio aos investigadores”

18-05-2017
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17 Maio, 2017 • 18:15 Partilhar este artigo Facebook

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A Universidade da Beira Interior (UBI) é cada vez mais uma referência na investigação e ensino superior. Recentemente, integrou o prestigiado Times Higher Education University Ranking, tendo sido considerada uma das 150 melhores instituições de ensino superior do mundo com menos de 50 anos. As ciências computacionais, a engenharia e a medicina são os pontos fortes da produção científica, que tem aumentado exponencialmente, de ano para ano, desde 1983.

Há certos patamares de excelência que não se atingem sem esforço e dedicação. O Vice-Reitor para a investigação, Paulo Moniz, é muito claro em relação a este ponto, que considera um dos grandes objetivos da Universidade. “Procuramos afirmar a UBI por meio de resultados da mais elevada qualidade,” disse o Vice-Reitor em entrevista ao Dinheiro Vivo. E isso requer “esforço orientado, coordenado, concertado” – eficaz, no entanto, apenas com recurso a qualidades de “diplomacia académica” acima da média, um traço distintivo de quem promove a instituição, segundo o Vice-Reitor.

Aliadas ao esforço e dedicação, a “qualidade”, a “diferença” e a “resiliência”, são as três características que melhor resumem o espírito de trabalho da UBI, na opinião de Paulo Moniz. É isto que distingue a Universidade num mercado cada vez mais competitivo e internacional e que acaba por atrair, sem hesitações quem quer ser bem-sucedido por via do mérito e da capacidade de trabalho.

Do ponto de vista da ciência, é o Instituto Coordenador da Investigação (ICI) quem tem o palco principal, sendo responsável pelos incentivos à produção científica e pela gestão dos recursos materiais e humanos necessários à sua concretização. Sem este trabalho, a UBI não poderia dizer que tem, neste momento, centros de investigação que conseguem produzir o dobro – quer em quantidade, quer em índices de qualidade de publicação – com metade dos recursos de que dispõem outras instituições equivalentes. Segundo o mais recente relatório de análise da evolução científica da UBI, a média total de publicações ronda as 400, entre artigos científicos, capítulos de livros de especialidade, entre outros.

Mais uma vez, parte do sucesso está na atenção que a Universidade dedica aos seus alunos e investigadores: “Há uma dedicação sem limites no apoio aos investigadores, nomeadamente por parte do ICI e do seu staff,” refere o Vice-Reitor. Este apoio é orientado de forma a capacitar e dar confiança a quem investiga, funcionando como um incentivo ao melhor aproveitamento possível das oportunidades que vão surgindo. “Partilhamos, assim que disponíveis, todas as informações sobre concursos e programas de financiamento.”

No domínio financeiro, a política de investigação científica dos últimos anos tem apostado em bolsas de doutoramento e pós-doutoramento. As Bolsas de Incentivo a Doutoramento (as BiD) e Pós-Doutoramento (as BiPD), financiadas ao abrigo de um protocolo de mecenato com o Banco Santander Totta têm sido decisivas para o desempenho científico da Universidade. “Quando a UBI (e outras instituições) sofreram com os cortes orçamentais no ensino superior do passado recente, foi a verba do Santander Totta que nos permitiu continuar a ter bolseiros e investigadores. E, subsequentemente, continuar a progredir.”

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A Universidade da Beira Interior (UBI) é cada vez mais uma referência na investigação e ensino superior. Recentemente, integrou o prestigiado Times Higher Education University Ranking, tendo sido considerada uma das 150 melhores instituições de ensino superior do mundo com menos de 50 anos. As ciências computacionais, a engenharia e a medicina são os pontos fortes da produção científica, que tem aumentado exponencialmente, de ano para ano, desde 1983.

Há certos patamares de excelência que não se atingem sem esforço e dedicação. O Vice-Reitor para a investigação, Paulo Moniz, é muito claro em relação a este ponto, que considera um dos grandes objetivos da Universidade. “Procuramos afirmar a UBI por meio de resultados da mais elevada qualidade,” disse o Vice-Reitor em entrevista ao Dinheiro Vivo. E isso requer “esforço orientado, coordenado, concertado” – eficaz, no entanto, apenas com recurso a qualidades de “diplomacia académica” acima da média, um traço distintivo de quem promove a instituição, segundo o Vice-Reitor.

Aliadas ao esforço e dedicação, a “qualidade”, a “diferença” e a “resiliência”, são as três características que melhor resumem o espírito de trabalho da UBI, na opinião de Paulo Moniz. É isto que distingue a Universidade num mercado cada vez mais competitivo e internacional e que acaba por atrair, sem hesitações quem quer ser bem-sucedido por via do mérito e da capacidade de trabalho.

Do ponto de vista da ciência, é o Instituto Coordenador da Investigação (ICI) quem tem o palco principal, sendo responsável pelos incentivos à produção científica e pela gestão dos recursos materiais e humanos necessários à sua concretização. Sem este trabalho, a UBI não poderia dizer que tem, neste momento, centros de investigação que conseguem produzir o dobro – quer em quantidade, quer em índices de qualidade de publicação – com metade dos recursos de que dispõem outras instituições equivalentes. Segundo o mais recente relatório de análise da evolução científica da UBI, a média total de publicações ronda as 400, entre artigos científicos, capítulos de livros de especialidade, entre outros.

Mais uma vez, parte do sucesso está na atenção que a Universidade dedica aos seus alunos e investigadores: “Há uma dedicação sem limites no apoio aos investigadores, nomeadamente por parte do ICI e do seu staff,” refere o Vice-Reitor. Este apoio é orientado de forma a capacitar e dar confiança a quem investiga, funcionando como um incentivo ao melhor aproveitamento possível das oportunidades que vão surgindo. “Partilhamos, assim que disponíveis, todas as informações sobre concursos e programas de financiamento.”

No domínio financeiro, a política de investigação científica dos últimos anos tem apostado em bolsas de doutoramento e pós-doutoramento. As Bolsas de Incentivo a Doutoramento (as BiD) e Pós-Doutoramento (as BiPD), financiadas ao abrigo de um protocolo de mecenato com o Banco Santander Totta têm sido decisivas para o desempenho científico da Universidade. “Quando a UBI (e outras instituições) sofreram com os cortes orçamentais no ensino superior do passado recente, foi a verba do Santander Totta que nos permitiu continuar a ter bolseiros e investigadores. E, subsequentemente, continuar a progredir.”

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