O primeiro-ministro afirmou esta quinta-feira os portugueses terão de ter consciência que o alívio das restrições implica que “vamos ter conviver com o vírus”. Em entrevista à RTP, António Costa aconselhou as empresas a organizarem horários desfasados ou em espelho para os seus colaboradores, de forma a mitigar o risco de contágio.
“Andar de máscara na rua depende, se for num ajuntamento o risco é grande”, disse ao canal público, depois de o Governo ter divulgado o calendário do desconfinamento, que acontecerá quinzenalmente. Porém, quem não cumprir a obrigação de utilizar máscara nos autocarros, metropolitano, comboio ou elétrico será multado.
Em relação à ida às praias, o primeiro-ministro falou apenas em “cautelas necessárias” e não detalhou as medidas que poderão ser aplicadas para evitar grandes ajuntamentos e, assim, mais riscos. Quantos aos festivais de verão, António Costa acredita que “na próxima semana” a decisão estará tomada.
“A Humanidade tem convivido com dezenas de vírus ao longo do tempo”, começou por recordar o líder do Executivo. Ainda assim, António Costa frisou que “esta é uma realidade nova, que ninguém experimentou, não foi ensaiada”. “A mensagem continua a ser: fique em casa”, garantiu, em declarações à RTP.
O Conselho de Ministros definiu que, a partir do dia 1 de junho, todas as lojas de rua e os centros comerciais poderão abrir e que já no início da próxima semana – altura em que Portugal estará em estado de calamidade – as repartições de Finanças, conservatórias e outros balcões desconcentrados dos serviços públicos poderão abrir portas (com marcação). No entanto, os eventos ou ajuntamentos com mais de dez pessoas continuam proibidos e a utilização de máscaras é obrigatória nos transportes públicos, nas escolas e no comércio.
“O Estado de Emergência acabou mas o comportamento do vírus não”, disse António Costa, em conferência de imprensa no Palácio da Ajuda. “O dever cívico de recolhimento domiciliário mantém-se em vigor”, salientou, procurando salientar que a emergência sanitária continua apesar do alívio das restrições.
O Estado de Calamidade em Portugal começa à meia noite de domingo, depois de terminar o Estado de Emergência, que contou com dois períodos.
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O primeiro-ministro afirmou esta quinta-feira os portugueses terão de ter consciência que o alívio das restrições implica que “vamos ter conviver com o vírus”. Em entrevista à RTP, António Costa aconselhou as empresas a organizarem horários desfasados ou em espelho para os seus colaboradores, de forma a mitigar o risco de contágio.
“Andar de máscara na rua depende, se for num ajuntamento o risco é grande”, disse ao canal público, depois de o Governo ter divulgado o calendário do desconfinamento, que acontecerá quinzenalmente. Porém, quem não cumprir a obrigação de utilizar máscara nos autocarros, metropolitano, comboio ou elétrico será multado.
Em relação à ida às praias, o primeiro-ministro falou apenas em “cautelas necessárias” e não detalhou as medidas que poderão ser aplicadas para evitar grandes ajuntamentos e, assim, mais riscos. Quantos aos festivais de verão, António Costa acredita que “na próxima semana” a decisão estará tomada.
“A Humanidade tem convivido com dezenas de vírus ao longo do tempo”, começou por recordar o líder do Executivo. Ainda assim, António Costa frisou que “esta é uma realidade nova, que ninguém experimentou, não foi ensaiada”. “A mensagem continua a ser: fique em casa”, garantiu, em declarações à RTP.
O Conselho de Ministros definiu que, a partir do dia 1 de junho, todas as lojas de rua e os centros comerciais poderão abrir e que já no início da próxima semana – altura em que Portugal estará em estado de calamidade – as repartições de Finanças, conservatórias e outros balcões desconcentrados dos serviços públicos poderão abrir portas (com marcação). No entanto, os eventos ou ajuntamentos com mais de dez pessoas continuam proibidos e a utilização de máscaras é obrigatória nos transportes públicos, nas escolas e no comércio.
“O Estado de Emergência acabou mas o comportamento do vírus não”, disse António Costa, em conferência de imprensa no Palácio da Ajuda. “O dever cívico de recolhimento domiciliário mantém-se em vigor”, salientou, procurando salientar que a emergência sanitária continua apesar do alívio das restrições.
O Estado de Calamidade em Portugal começa à meia noite de domingo, depois de terminar o Estado de Emergência, que contou com dois períodos.