Caso Meco: João Gouveia não vai a julgamento

21-01-2017
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15:32 • SÁBADO | FOTO: Alexandre Azevedo/SÁBADO

João Gouveia, o único sobrevivente da tragédia do Meco, não vai a julgamento no âmbito do caso das seis mortes que ocorreram na praia do Meco a 15 de Dezembro de 2013. O processo irá ser arquivado.

Segundo o Correio da Manhã, o Tribunal de Setúbal considerou que não existiam indícios que comprovassem que João Gouveia tivesse tido responsabilidades sobre a morte dos colegas.

Após o debate instrutório, em que foram ouvidos peritos do Instituto Português do Mar e Atmosfera e do Instituto de Medicina Legal, a advogada de defesa, Paula Brum, pediu que fosse feito um despacho de não pronúncia de João Gouveia. A advogada considerou que não existiam provas que indiciassem o seu cliente da prática de qualquer crime.

A procuradora do Ministério Público também já tinha declarado que o ex-dux só não morreu por mera sorte. Mesmo que estivessem a ser praxadas, a morte das vítimas não seria responsabilidade de Gouveia. Isto é, os factos que foram apresentados durante as sessões de inquérito não eram suficientes para acusar o ex-dux do crime de exposição ou abandono.

Vítor Parente Ribeiro defendeu a ideia de que os estudantes estariam a ser praxados por João Gouveia e que, por essa razão, teve responsabilidades sobre a morte dos seus colegas. Com esta decisão do Tribunal de Setúbal, o advogado da família das vítimas afirmou que irá recorrer da decisão, com a possibilidade de o processo chegar ao Tribunal dos Direitos do Homem.

15:32 • SÁBADO | FOTO: Alexandre Azevedo/SÁBADO

João Gouveia, o único sobrevivente da tragédia do Meco, não vai a julgamento no âmbito do caso das seis mortes que ocorreram na praia do Meco a 15 de Dezembro de 2013. O processo irá ser arquivado.

Segundo o Correio da Manhã, o Tribunal de Setúbal considerou que não existiam indícios que comprovassem que João Gouveia tivesse tido responsabilidades sobre a morte dos colegas.

Após o debate instrutório, em que foram ouvidos peritos do Instituto Português do Mar e Atmosfera e do Instituto de Medicina Legal, a advogada de defesa, Paula Brum, pediu que fosse feito um despacho de não pronúncia de João Gouveia. A advogada considerou que não existiam provas que indiciassem o seu cliente da prática de qualquer crime.

A procuradora do Ministério Público também já tinha declarado que o ex-dux só não morreu por mera sorte. Mesmo que estivessem a ser praxadas, a morte das vítimas não seria responsabilidade de Gouveia. Isto é, os factos que foram apresentados durante as sessões de inquérito não eram suficientes para acusar o ex-dux do crime de exposição ou abandono.

Vítor Parente Ribeiro defendeu a ideia de que os estudantes estariam a ser praxados por João Gouveia e que, por essa razão, teve responsabilidades sobre a morte dos seus colegas. Com esta decisão do Tribunal de Setúbal, o advogado da família das vítimas afirmou que irá recorrer da decisão, com a possibilidade de o processo chegar ao Tribunal dos Direitos do Homem.

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