O resultado mais baixo de Rui Rio desde que está na liderança do PSD, números satisfatórios para o novo partido de Santana Lopes e uma quebra do PS nas intenções de voto. As conclusões foram retiradas do estudo da Eurosondagem para o Expresso e para a SIC, divulgado esta sexta-feira, e mostram como os portugueses se sentem em relação a cada partido.
Começando pelo PSD, que está debaixo dos holofotes depois de Luís Montenegro ter desafiado a liderança de Rui Rio, os resultados fixam-se nos 24,8% de intenções de voto, uma queda de dois pontos percentuais em relação à última sondagem e, a confirmar-se, o pior resultado dos sociais-democratas numas eleições legislativas desde 1976, ano em que Sá Carneiro teve 24,3%.
Quem ganha força na primeira sondagem em que participa é o partido Aliança, de Santana Lopes, que registou 4% das preferências dos portugueses. Citado pelo Expresso, Rui Oliveira e Costa, da Eurosondagem, revelou que se o partido do ex-social-democrata conseguir alcançar estes valores nas eleições Europeias, em maio, consegue eleger Paulo Sande para o Parlamento Europeu.
Na altura em que Rui Rio entrou na liderança do PSD, as intenções de voto estavam nos 26,9%, de acordo com a Eurosondagem. Ainda no mesmo estudo divulgado esta sexta-feira, foi perguntado aos portugueses o que achavam da proposta do PSD para a reforma da justiça — que quer colocar o poder político a mandar nos órgãos de gestão e disciplinares das magistraturas através de uma “maioria efetiva de cidadãos”. E aqui há uma divisão: apesar de 42,9% dos inquiridos responder que aceita a ideia de Rui Rio, 40,4% diz não concordar com a proposta e 16,7% disse não saber ou não quis responder.
Do lado do PS de António Costa, a Eurosondagem revela que 55,7% não rejeita um cenário de maioria absoluta, apesar de 30,9% assumir que seria indiferente e apenas 26,8% achar que seria bom para o país. 30,7% diz ser negativo existir um Executivo socialista. Ainda que a maioria absoluta do PS seja uma hipótese relativamente aceite pelos portugueses, o inquérito revela que o PS registou uma queda de 1,8 pontos percentuais nas intenções de voto, para 40%.
Já o CDS, ao contrário do PSD, não foi afetado pela chegada do novo partido de Santana Lopes. Os centristas continuam com as intenções de voto perto dos 7%. Na esquerda, PCP e Bloco de Esquerda também mantêm os valores das intenções de voto.
Sobre os líderes portugueses, uma sondagem da Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã, revelou que a popularidade do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está em queda desde maio de 2018. Já o primeiro-ministro António Costa recuperou o primeiro lugar pódio de líderes partidários com melhor avaliação. Depois de, em dezembro, o lugar ter sido ocupado por Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, e por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, Costa volta a ser o líder mais popular com uma nota de 10,2.
Abusos na Igreja Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender: Pode preencher este formulário; Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt); Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883; Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
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O resultado mais baixo de Rui Rio desde que está na liderança do PSD, números satisfatórios para o novo partido de Santana Lopes e uma quebra do PS nas intenções de voto. As conclusões foram retiradas do estudo da Eurosondagem para o Expresso e para a SIC, divulgado esta sexta-feira, e mostram como os portugueses se sentem em relação a cada partido.
Começando pelo PSD, que está debaixo dos holofotes depois de Luís Montenegro ter desafiado a liderança de Rui Rio, os resultados fixam-se nos 24,8% de intenções de voto, uma queda de dois pontos percentuais em relação à última sondagem e, a confirmar-se, o pior resultado dos sociais-democratas numas eleições legislativas desde 1976, ano em que Sá Carneiro teve 24,3%.
Quem ganha força na primeira sondagem em que participa é o partido Aliança, de Santana Lopes, que registou 4% das preferências dos portugueses. Citado pelo Expresso, Rui Oliveira e Costa, da Eurosondagem, revelou que se o partido do ex-social-democrata conseguir alcançar estes valores nas eleições Europeias, em maio, consegue eleger Paulo Sande para o Parlamento Europeu.
Na altura em que Rui Rio entrou na liderança do PSD, as intenções de voto estavam nos 26,9%, de acordo com a Eurosondagem. Ainda no mesmo estudo divulgado esta sexta-feira, foi perguntado aos portugueses o que achavam da proposta do PSD para a reforma da justiça — que quer colocar o poder político a mandar nos órgãos de gestão e disciplinares das magistraturas através de uma “maioria efetiva de cidadãos”. E aqui há uma divisão: apesar de 42,9% dos inquiridos responder que aceita a ideia de Rui Rio, 40,4% diz não concordar com a proposta e 16,7% disse não saber ou não quis responder.
Do lado do PS de António Costa, a Eurosondagem revela que 55,7% não rejeita um cenário de maioria absoluta, apesar de 30,9% assumir que seria indiferente e apenas 26,8% achar que seria bom para o país. 30,7% diz ser negativo existir um Executivo socialista. Ainda que a maioria absoluta do PS seja uma hipótese relativamente aceite pelos portugueses, o inquérito revela que o PS registou uma queda de 1,8 pontos percentuais nas intenções de voto, para 40%.
Já o CDS, ao contrário do PSD, não foi afetado pela chegada do novo partido de Santana Lopes. Os centristas continuam com as intenções de voto perto dos 7%. Na esquerda, PCP e Bloco de Esquerda também mantêm os valores das intenções de voto.
Sobre os líderes portugueses, uma sondagem da Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã, revelou que a popularidade do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está em queda desde maio de 2018. Já o primeiro-ministro António Costa recuperou o primeiro lugar pódio de líderes partidários com melhor avaliação. Depois de, em dezembro, o lugar ter sido ocupado por Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, e por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, Costa volta a ser o líder mais popular com uma nota de 10,2.
Abusos na Igreja Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender: Pode preencher este formulário; Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt); Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883; Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
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