A nova página na Internet do Observatório da Emigração (OEm) tem mais dados sobre a diáspora portuguesa, mais bem organizados e mais acessíveis aos utilizadores, anunciou o coordenador científico da instituição.
“Este ‘site’ tem mais dados, estando esses mais organizados, acessíveis e existe ainda a possibilidade de descarregar todos os dados em formato Excel (também em formato PDF) para cada um trabalhar como achar melhor”, declarou Rui Pena Pires aos jornalistas na cerimónia de lançamento do novo portal, no ISCTE, em Lisboa.
O Observatório da Emigração integra o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) e teve origem num protocolo assinado em 2008, entre o Instituto e a Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), tendo iniciado a sua atividade em janeiro de 2009.
Segundo Pena Pires, “o novo site tem mais informações sobre os dados (de que instituição são recolhidos, por exemplo), permitindo uma melhor consulta e atualização”.
“O site (www.observatorioemigração.pt) tem destacado os principais pontos das atividades do Observatório, sendo diferente do anterior, em que não se conseguia perceber o que havia de novo, quer em termos dados, publicações, notícias em geral sobre a emigração”, referiu ainda o coordenador científico do OEm.
“Todo o processo de passagem do antigo site para o novo demorou cerca de um ano”, referiu ainda.
“Em termos gerais, está aprovado um protocolo de parceria com outras instituições, nomeadamente o Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa – IGOT/UL, o Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações/SOCIUS-ISEG e o Instituto de Sociologia da Universidade do Porto”, afirmou o coordenador científico.
Sobre o financiamento do Governo português, retirado em 2015 durante o anterior Executivo, referiu esperar da DGACCP “um apoio ao funcionamento corrente do Observatório” e a entidade que estuda a emigração responsabiliza-se “por arranjar financiamentos para as suas atividades extras”.
“O protocolo está na fase de formalização”, disse Rui Pena Pires, situação confirmada pelo secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, presente na cerimónia de lançamento do novo site do OEm.
Carneiro disse que a sua presença no lançamento do site significa o reconhecimento do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da DGACCP ao trabalho já realizado pelo Observatório e também “um compromisso com o trabalho futuro” da instituição.
“Vejo que este novo site do Observatório da Emigração constitui uma ferramenta essencial para auxiliar no conhecimento mais profundo das comunidades portuguesas que se encontram espalhada por todo o mundo, a sua dimensão”, disse José Luís Carneiro.
“Ao compreendermos melhor os fluxos migratórios dos portugueses, melhor poderemos ajustar a resposta consular e diplomática para garantir que o Estado português está próximo desses portugueses espalhados pelo mundo”, sublinhou ainda o secretário de Estado das Comunidades.
Para Carneiro, “este site permite-nos consultar um vasto e diversificado conjunto de informações que é essencial para a boa definição das opções de política pública”.
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A nova página na Internet do Observatório da Emigração (OEm) tem mais dados sobre a diáspora portuguesa, mais bem organizados e mais acessíveis aos utilizadores, anunciou o coordenador científico da instituição.
“Este ‘site’ tem mais dados, estando esses mais organizados, acessíveis e existe ainda a possibilidade de descarregar todos os dados em formato Excel (também em formato PDF) para cada um trabalhar como achar melhor”, declarou Rui Pena Pires aos jornalistas na cerimónia de lançamento do novo portal, no ISCTE, em Lisboa.
O Observatório da Emigração integra o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) e teve origem num protocolo assinado em 2008, entre o Instituto e a Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), tendo iniciado a sua atividade em janeiro de 2009.
Segundo Pena Pires, “o novo site tem mais informações sobre os dados (de que instituição são recolhidos, por exemplo), permitindo uma melhor consulta e atualização”.
“O site (www.observatorioemigração.pt) tem destacado os principais pontos das atividades do Observatório, sendo diferente do anterior, em que não se conseguia perceber o que havia de novo, quer em termos dados, publicações, notícias em geral sobre a emigração”, referiu ainda o coordenador científico do OEm.
“Todo o processo de passagem do antigo site para o novo demorou cerca de um ano”, referiu ainda.
“Em termos gerais, está aprovado um protocolo de parceria com outras instituições, nomeadamente o Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa – IGOT/UL, o Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações/SOCIUS-ISEG e o Instituto de Sociologia da Universidade do Porto”, afirmou o coordenador científico.
Sobre o financiamento do Governo português, retirado em 2015 durante o anterior Executivo, referiu esperar da DGACCP “um apoio ao funcionamento corrente do Observatório” e a entidade que estuda a emigração responsabiliza-se “por arranjar financiamentos para as suas atividades extras”.
“O protocolo está na fase de formalização”, disse Rui Pena Pires, situação confirmada pelo secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, presente na cerimónia de lançamento do novo site do OEm.
Carneiro disse que a sua presença no lançamento do site significa o reconhecimento do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da DGACCP ao trabalho já realizado pelo Observatório e também “um compromisso com o trabalho futuro” da instituição.
“Vejo que este novo site do Observatório da Emigração constitui uma ferramenta essencial para auxiliar no conhecimento mais profundo das comunidades portuguesas que se encontram espalhada por todo o mundo, a sua dimensão”, disse José Luís Carneiro.
“Ao compreendermos melhor os fluxos migratórios dos portugueses, melhor poderemos ajustar a resposta consular e diplomática para garantir que o Estado português está próximo desses portugueses espalhados pelo mundo”, sublinhou ainda o secretário de Estado das Comunidades.
Para Carneiro, “este site permite-nos consultar um vasto e diversificado conjunto de informações que é essencial para a boa definição das opções de política pública”.