Bagão Félix: “A política felizmente não foi trampolim para nada. Depois de ministro nunca mais recebi qualquer convite”

14-12-2018
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Esta conversa arranca com a partilha da obsessão de Bagão Félix pela arrumação, pelos papéis e objetos no lugar, que o ajudam a arrumar o pensamento. “Não consigo ver nenhum objeto fora do seu lugar.” Depois conta-nos as deliciosas anedotas com que entretém as netas, a infância em Ílhavo, o romance que viveu com a sua mulher debaixo da copa das árvores no Jardim Botânico e o caminho que o levou à política e às finanças.

O Benfica é a sua paixão: “É um dos meus excessos, está dentro da minha alma. É qualquer coisa de inexplicável. Quando o Benfica perde fico de luto. É claro que no dia seguinte as coisas passam, com muito esforço consigo através da razão vencer a emoção, mas preciso de algum tempo de luto”. A literatura e a botânica são o seu vício. “Ser livre é depender do que se gosta.” É um homem de direita, mas garante ter valores de esquerda. Até porque na sua opinião a classificação direita e esquerda está esgotada. “Em termos económicos e sociais não sou de direita. Sou um democrata cristão. A doutrina social da igreja é de centro esquerda. Sou mais de direita na área dos comportamentos. Sou conservador.”

Desafiado a fazer o exercício de imaginar que árvore seriam alguns dos nossos protagonistas políticos escolhe a Magnólia para Assunção Cristas, a líder do partido no qual mais se revê (apesar de ter sido sempre independente): “Assunção Cristas seria uma Magnólia, uma árvore muito feminina, de flores bonitas, bem cheirosas, mas muito isoladas, que vivem separadas umas das outras. Não sei se Assunção Cristas está isolada. Mas está como as flores da Magnólia, depois da saída de um líder carismático como Paulo Portas. É natural que esteja a ver as restantes peças da árvore afastadas... Tem que construir o seu CDS. Que nunca será o CDS de Paulo Portas.”

Uma conversa em podcast onde Bagão Félix fala ainda do futuro da segurança social, de França e dos seus desejos futuros mais íntimos.

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O Benfica é a sua paixão: “É um dos meus excessos, está dentro da minha alma. É qualquer coisa de inexplicável. Quando o Benfica perde fico de luto. É claro que no dia seguinte as coisas passam, com muito esforço consigo através da razão vencer a emoção, mas preciso de algum tempo de luto”. A literatura e a botânica são o seu vício. “Ser livre é depender do que se gosta.” É um homem de direita, mas garante ter valores de esquerda. Até porque na sua opinião a classificação direita e esquerda está esgotada. “Em termos económicos e sociais não sou de direita. Sou um democrata cristão. A doutrina social da igreja é de centro esquerda. Sou mais de direita na área dos comportamentos. Sou conservador.”

Desafiado a fazer o exercício de imaginar que árvore seriam alguns dos nossos protagonistas políticos escolhe a Magnólia para Assunção Cristas, a líder do partido no qual mais se revê (apesar de ter sido sempre independente): “Assunção Cristas seria uma Magnólia, uma árvore muito feminina, de flores bonitas, bem cheirosas, mas muito isoladas, que vivem separadas umas das outras. Não sei se Assunção Cristas está isolada. Mas está como as flores da Magnólia, depois da saída de um líder carismático como Paulo Portas. É natural que esteja a ver as restantes peças da árvore afastadas... Tem que construir o seu CDS. Que nunca será o CDS de Paulo Portas.”

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