CDS condena devoluções em "suaves prestações até 2019" e impostos agravados já

28-11-2017
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Dinheiro Vivo/Lusa 27 Novembro, 2017 • 17:47

O CDS-PP defendeu esta segunda-feira que o Orçamento para 2018 "cria ilusões e vive de contradições", devolvendo "rendimentos em suaves prestações até dezembro de 2019", mas piorando já a vida dos portugueses com "impostos indiretos injustificados e até agravados".

"Este Orçamento cria ilusões e vive de contradições: devolve rendimentos em suaves prestações até dezembro de 2019, mas piora já, hoje, a vida das pessoas com impostos indiretos injustificados e até agravados", afirmou a deputada Ana Rita Bessa.

No encerramento do debate do Orçamento do Estado para 2018, que o CDS-PP votará contra, Ana Rita Bessa acusou os partidos da maioria de esquerda de se terem atropelado uns aos outros durante a discussão na especialidade "para ver quem cravava a bandeira da popularidade, num jogo que se tornou perigosamente populista".

Dinheiro Vivo/Lusa 27 Novembro, 2017 • 17:47

O CDS-PP defendeu esta segunda-feira que o Orçamento para 2018 "cria ilusões e vive de contradições", devolvendo "rendimentos em suaves prestações até dezembro de 2019", mas piorando já a vida dos portugueses com "impostos indiretos injustificados e até agravados".

"Este Orçamento cria ilusões e vive de contradições: devolve rendimentos em suaves prestações até dezembro de 2019, mas piora já, hoje, a vida das pessoas com impostos indiretos injustificados e até agravados", afirmou a deputada Ana Rita Bessa.

No encerramento do debate do Orçamento do Estado para 2018, que o CDS-PP votará contra, Ana Rita Bessa acusou os partidos da maioria de esquerda de se terem atropelado uns aos outros durante a discussão na especialidade "para ver quem cravava a bandeira da popularidade, num jogo que se tornou perigosamente populista".

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