Rio promete “resolver essa pequena turbulência”

25-01-2018
marcar artigo

Rui Rio desvalorizou esta tarde a "pequena turbulência" a que o PSD tem assistido desde a sua eleição, por causa do futuro da liderança do grupo parlamentar. Depois do primeiro encontro com Pedro Passos Coelho, na qualidade de líder eleito do PSD, Rio admitiu aos jornalistas que "há alguma turbulência" na sua relação com o presidente do grupo parlamentar, Hugo Soares, mas prometeu que "vamos resolver essa pequena turbulência". E ainda deixou no ar a dúvida sobre se essa turbulência "é real" ou apenas "na comunicação social".

O que ficou claro nas declarações de Rio, no final da sua primeira visita à sede desde que venceu as diretas, é que o futuro líder não vai valorizar o clima de tensão com Hugo Soares dando-lhe qualquer urgência . "A primeira etapa que se impunha para uma transição suave era justamente com o líder do partido. Está cumprida a primeira etapa dessa transição suave. A seguir, vamos articular com a bancada parlamentar". Mas, frisou, "com calma, com serenidade" e, como já havia dito, com frontalidade, sem hipocrisia e com sinceridade de parte a parte".

Rio nada revelou sobre a sua equipa, ou sobre as suas prioridades políticas. Sobre nomes, "nem eu sou fonte próxima de mim próprio", jurou, pois ainda não pensou nisso; sobre as prioridades da sua agenda, remeteu para a sua moção e para o primeiro discurso que fará, no congresso, a 18 de fevereiro.

Pedro sai, Rui fica

A primeira visita à "corte" de Lisboa depois de ser eleito líder do PSD, está quinta-feira, Rui Rio chegou antes da hora marcada. Faltavam cinco minutos para as três da tarde quando Pedro Passos Coelho o recebeu na sede do PSD. "Bem vindo a esta casa", cumprimentou-o Passos, tratando-o por "Rui".

O novo líder laranja entrou para a reunião com o deputado Feliciano Barreiras Duarte, que é um dos seus principais conselheiros e tem tratado da transição de poder no partido. Lá dentro estava também o secretario-geral, Matos Rosa.

Rio já conhece os cantos à casa, pois trabalhou diariamente na sede do PSD nos quase dois anos em que foi secretario-geral, com Marcelo Rebelo de Sousa, entre 1996 e 1997. À saída, constatou que a casa está igual, e só mudaram alguns móveis. Daqui a uns dias haverá pelo menos mais uma mudança na decoração: será acrescentada mais uma foto na galeria dos ex-presidentes do partido.

Passos desejou a Rio "as maiores felicidades", prognosticando uma "transição com muita naturalidade e responsabilidade" para um "novo ciclo na vida do partido". E não tardou em deixar Rio à vontade: depois de hora e meia de reunião e de uma curta declaração conjunta aos jornalistas, Passos foi embora, para a Assembleia da República, e Rio voltou para dentro da sede, para continuar a preparar a transição com José Matos Rosa.

Rui Rio desvalorizou esta tarde a "pequena turbulência" a que o PSD tem assistido desde a sua eleição, por causa do futuro da liderança do grupo parlamentar. Depois do primeiro encontro com Pedro Passos Coelho, na qualidade de líder eleito do PSD, Rio admitiu aos jornalistas que "há alguma turbulência" na sua relação com o presidente do grupo parlamentar, Hugo Soares, mas prometeu que "vamos resolver essa pequena turbulência". E ainda deixou no ar a dúvida sobre se essa turbulência "é real" ou apenas "na comunicação social".

O que ficou claro nas declarações de Rio, no final da sua primeira visita à sede desde que venceu as diretas, é que o futuro líder não vai valorizar o clima de tensão com Hugo Soares dando-lhe qualquer urgência . "A primeira etapa que se impunha para uma transição suave era justamente com o líder do partido. Está cumprida a primeira etapa dessa transição suave. A seguir, vamos articular com a bancada parlamentar". Mas, frisou, "com calma, com serenidade" e, como já havia dito, com frontalidade, sem hipocrisia e com sinceridade de parte a parte".

Rio nada revelou sobre a sua equipa, ou sobre as suas prioridades políticas. Sobre nomes, "nem eu sou fonte próxima de mim próprio", jurou, pois ainda não pensou nisso; sobre as prioridades da sua agenda, remeteu para a sua moção e para o primeiro discurso que fará, no congresso, a 18 de fevereiro.

Pedro sai, Rui fica

A primeira visita à "corte" de Lisboa depois de ser eleito líder do PSD, está quinta-feira, Rui Rio chegou antes da hora marcada. Faltavam cinco minutos para as três da tarde quando Pedro Passos Coelho o recebeu na sede do PSD. "Bem vindo a esta casa", cumprimentou-o Passos, tratando-o por "Rui".

O novo líder laranja entrou para a reunião com o deputado Feliciano Barreiras Duarte, que é um dos seus principais conselheiros e tem tratado da transição de poder no partido. Lá dentro estava também o secretario-geral, Matos Rosa.

Rio já conhece os cantos à casa, pois trabalhou diariamente na sede do PSD nos quase dois anos em que foi secretario-geral, com Marcelo Rebelo de Sousa, entre 1996 e 1997. À saída, constatou que a casa está igual, e só mudaram alguns móveis. Daqui a uns dias haverá pelo menos mais uma mudança na decoração: será acrescentada mais uma foto na galeria dos ex-presidentes do partido.

Passos desejou a Rio "as maiores felicidades", prognosticando uma "transição com muita naturalidade e responsabilidade" para um "novo ciclo na vida do partido". E não tardou em deixar Rio à vontade: depois de hora e meia de reunião e de uma curta declaração conjunta aos jornalistas, Passos foi embora, para a Assembleia da República, e Rio voltou para dentro da sede, para continuar a preparar a transição com José Matos Rosa.

marcar artigo