Fado ameaça Nicolinas na candidatura à UNESCO

26-11-2019
marcar artigo

António Magalhões, presidente da Câmara Municipal deGuimarões, não está muito confiante no sucesso da candidatura das Festas Nicolinas a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO.

“Eu tenho algumas reservas, não pelo que é a nossa pretensão mas sim pelo que tenho visto. As candidaturas do foro imaterial são muito complexas”, afirmou o autarca, respondendo a um desafio do vereador do PSD, André Coelho Lima. O social-democrata mostrou algum cepticismo quanto ao desenrolar da candidatura, depois do trabalho de sapa feito por uma comissão formada no âmbito da Assembleia Municipal vimaranense, e defende que o município pode estar a perder uma oportunidade para, a reboque da Capital Europeia da Cultura em 2012, alcançar este desiderato.

“Só uma vez em cada três anos é que pode ser apresentada uma candidatura. Até 2013, só podemos apresentar uma e a ser verdade o que disse Manuel Maria Carrilho, embaixador português na UNESCO, que o Fado vai à frente e as Nicolinas perdem a oportunidade”, explicou Coelho Lima, receoso que a festa dos estudantes vimaranenses perca a corrida para a canção nacional.

Na resposta, Magalhões lembrou que está criada uma comissão para concluir o trabalho de candidatura mas, apesar de manifestar o desejo de sucesso para a iniciativa, salientou que a estrutura que suporta o conceito das festas pode não encaixar com o desígnio de Património Imaterial da Humanidade. “Os conceitos da UNESCO são muito complicados para fazer valer este tipo de candidaturas”, frisou.

António Magalhões, presidente da Câmara Municipal deGuimarões, não está muito confiante no sucesso da candidatura das Festas Nicolinas a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO.

“Eu tenho algumas reservas, não pelo que é a nossa pretensão mas sim pelo que tenho visto. As candidaturas do foro imaterial são muito complexas”, afirmou o autarca, respondendo a um desafio do vereador do PSD, André Coelho Lima. O social-democrata mostrou algum cepticismo quanto ao desenrolar da candidatura, depois do trabalho de sapa feito por uma comissão formada no âmbito da Assembleia Municipal vimaranense, e defende que o município pode estar a perder uma oportunidade para, a reboque da Capital Europeia da Cultura em 2012, alcançar este desiderato.

“Só uma vez em cada três anos é que pode ser apresentada uma candidatura. Até 2013, só podemos apresentar uma e a ser verdade o que disse Manuel Maria Carrilho, embaixador português na UNESCO, que o Fado vai à frente e as Nicolinas perdem a oportunidade”, explicou Coelho Lima, receoso que a festa dos estudantes vimaranenses perca a corrida para a canção nacional.

Na resposta, Magalhões lembrou que está criada uma comissão para concluir o trabalho de candidatura mas, apesar de manifestar o desejo de sucesso para a iniciativa, salientou que a estrutura que suporta o conceito das festas pode não encaixar com o desígnio de Património Imaterial da Humanidade. “Os conceitos da UNESCO são muito complicados para fazer valer este tipo de candidaturas”, frisou.

marcar artigo