CulturaSerralves apresenta exposição de Yoko Ono em abril16-01-2020Miguel Tovar / Getty ImagesA mostra dedicada à artista e viúva de John Lennon, intitulada “O Jardim-escola da Liberdade”, ficará patente até outubro. Exposições de Arthur Jafa e Louise Bourgeois são outros dos destaques para este anoAndré Manuel Correia“O Jardim-escola da Liberdade”: assim se intitula a exposição de Yoko Ono que estará patente, entre abril e outubro, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. A artista de 86 anos, nascida em Tóquio e radicada nos Estados Unidos, deverá marcar presença no Porto e é o nome mais sonante da programação para este ano, anunciada esta quinta-feira à comunicação social, na qual se destacam igualmente as mostras dedicadas a Arthur Jafa e Louise Bourgeois. A retrospetiva — organizada em colaboração com o nova-iorquino Studio One — é a “primeira grande apresentação da obra de Yoko Ono em Portugal”, pensada para “explorar a sua relação com a arquitetura e, mais importante, a noção de que todo o seu trabalho e obra demarcam uma arquitetura de liberdade e de libertação que desafiam todas as convenções estéticas, sociais e políticas”, como se lê no catálogo com o plano de atividades de Serralves para 2020. “Sempre considerei Yoko Ono uma das mais importantes artistas internacionais e que liderou a cena artística avant-garde em Nova Iorque”, salientou Philippe Vergne, diretor e curador do museu, durante a conferência de apresentação da programação, a primeira delineada pelo curador francês. “O Jardim-escola da Liberdade” reúne objetos, obras em papel, instalações, performances gravações em áudio e filmes, além de materiais de arquivo raramente vistos. A primeira grande exposição do ano será inaugurada no dia 20 de fevereiro, quando Serralves receber “Uma série de interpretações absolutamente improváveis, ainda assim extraordinárias” concebidas por Arthur Jafa, galardoado em 2018 com um Leão de Ouro na Bienal de Veneza. “Será a primeira vez que o seu trabalho é apresentado em Portugal. É um cineasta que, durante os últimos anos, ganhou uma grande atenção da comunidade artística pelo seu trabalho em vídeo, fotografia, colagem e escultura”, frisou Philippe Vergne. A mostra, patente até junho, resulta de uma coprodução com a Serpentine Galleries e reflete, de acordo com Serralves, “a ausência de liberdade de um povo oprimido pela sua história, pelo seu presente e pela forma como ambos tem sido representados em narrativas fragmentadas, através da iconografia, dos estereótipos, da cultura popular e dos meios de comunicação social”. A partir de outubro e até julho de 2021, Serralves vai “Desenvencilhar um Tormento” de Louise Bourgeois. A exposição agrega um conjunto de 30 esculturas, nunca antes vistas em Portugal, da criadora franco-americana. “É uma oportunidade única de experienciar cinco décadas de trabalho, de investigação sobre a sexualidade e de autobiografia audaciosa” da artista plástica, refere a fundação na nota informativa. “O Sol não se mexe, Capítulo 35”, do norte-americano R. H. Quaytman, “História numa sala cheia de gente com nomes esquisitos 5”, do tailandês Korakrit Arunanondchai, e ainda a primeira retrospetiva dedicada ao trabalho da dupla João Maria Gusmão e Pedro Paiva constam também da vasta oferta cultural. O cartaz conta, como sempre, com os eventos que já fazem parte do ADN de Serralves, como o Serralves em Festa (5, 6 e 7 de junho), o Bioblitz (de 23 a 29 de março) ou, no fim de setembro, a Festa do Outono. Durante a conferência de imprensa, Ana Pinho, presidente do conselho de administração da Fundação de Serralves, anunciou que mais de um milhão de pessoas (das quais 360.659 são estrangeiras) visitaram os vários espaços da instituição cultural durante o ano de 2019. Este número é o maior de sempre e representa um crescimento de 13% face a 2018. "Partindo de um 2019 em que muito foi muito celebrado e acrescentado, encontramos mais Serralves em 2020. Continuaremos a oferecer o Museu, a Casa e o Parque, mas oferecemos também em pleno a Casa do Cinema Manoel de Oliveira e o Treetop Walk", disse Ana Pinho.ÚltimasJerome Powell: "Não vou especular sobre o coronavírus. Mas estamos a monitorizar a situação""Há 14 minutosJorge Nascimento RodriguesFotogaleria. 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A retrospetiva — organizada em colaboração com o nova-iorquino Studio One — é a “primeira grande apresentação da obra de Yoko Ono em Portugal”, pensada para “explorar a sua relação com a arquitetura e, mais importante, a noção de que todo o seu trabalho e obra demarcam uma arquitetura de liberdade e de libertação que desafiam todas as convenções estéticas, sociais e políticas”, como se lê no catálogo com o plano de atividades de Serralves para 2020. “Sempre considerei Yoko Ono uma das mais importantes artistas internacionais e que liderou a cena artística avant-garde em Nova Iorque”, salientou Philippe Vergne, diretor e curador do museu, durante a conferência de apresentação da programação, a primeira delineada pelo curador francês. “O Jardim-escola da Liberdade” reúne objetos, obras em papel, instalações, performances gravações em áudio e filmes, além de materiais de arquivo raramente vistos. A primeira grande exposição do ano será inaugurada no dia 20 de fevereiro, quando Serralves receber “Uma série de interpretações absolutamente improváveis, ainda assim extraordinárias” concebidas por Arthur Jafa, galardoado em 2018 com um Leão de Ouro na Bienal de Veneza. “Será a primeira vez que o seu trabalho é apresentado em Portugal. É um cineasta que, durante os últimos anos, ganhou uma grande atenção da comunidade artística pelo seu trabalho em vídeo, fotografia, colagem e escultura”, frisou Philippe Vergne. A mostra, patente até junho, resulta de uma coprodução com a Serpentine Galleries e reflete, de acordo com Serralves, “a ausência de liberdade de um povo oprimido pela sua história, pelo seu presente e pela forma como ambos tem sido representados em narrativas fragmentadas, através da iconografia, dos estereótipos, da cultura popular e dos meios de comunicação social”. A partir de outubro e até julho de 2021, Serralves vai “Desenvencilhar um Tormento” de Louise Bourgeois. A exposição agrega um conjunto de 30 esculturas, nunca antes vistas em Portugal, da criadora franco-americana. “É uma oportunidade única de experienciar cinco décadas de trabalho, de investigação sobre a sexualidade e de autobiografia audaciosa” da artista plástica, refere a fundação na nota informativa. “O Sol não se mexe, Capítulo 35”, do norte-americano R. H. Quaytman, “História numa sala cheia de gente com nomes esquisitos 5”, do tailandês Korakrit Arunanondchai, e ainda a primeira retrospetiva dedicada ao trabalho da dupla João Maria Gusmão e Pedro Paiva constam também da vasta oferta cultural. O cartaz conta, como sempre, com os eventos que já fazem parte do ADN de Serralves, como o Serralves em Festa (5, 6 e 7 de junho), o Bioblitz (de 23 a 29 de março) ou, no fim de setembro, a Festa do Outono. Durante a conferência de imprensa, Ana Pinho, presidente do conselho de administração da Fundação de Serralves, anunciou que mais de um milhão de pessoas (das quais 360.659 são estrangeiras) visitaram os vários espaços da instituição cultural durante o ano de 2019. Este número é o maior de sempre e representa um crescimento de 13% face a 2018. "Partindo de um 2019 em que muito foi muito celebrado e acrescentado, encontramos mais Serralves em 2020. Continuaremos a oferecer o Museu, a Casa e o Parque, mas oferecemos também em pleno a Casa do Cinema Manoel de Oliveira e o Treetop Walk", disse Ana Pinho.ÚltimasJerome Powell: "Não vou especular sobre o coronavírus. Mas estamos a monitorizar a situação""Há 14 minutosJorge Nascimento RodriguesFotogaleria. 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