Atualmente, Marta Temido é a ministra mais popular do Governo, segundo apurou o barómetro da Intercampus feito para o Negócios e CM/CMTV no início de junho, com quase um em cada cinco portugueses (18%) a considerar que Temido é a melhor ministra deste Governo. Pelo contrário, 9,5% veem-na como o pior membro da equipa de António Costa.
A razão para a mudança de opinião dos portugueses sobre a ministra da Saúde está, segundo António Salvador, diretor da Intercampus, “evidentemente no surto de covid-19 e na avaliação positiva que os portugueses parecer fazer da resposta das autoridades e serviços de saúde à doença”.
Os promotores do inquérito, realizado entre 9 e 13 de junho, consideram provável que a sua imagem possa ter sido atingida pela persistência da epidemia na Área Metropolitana de Lisboa e pelas críticas que crescentemente se fazem ouvir. Mas já num cenário posterior a este inquérito.
Contudo, explicam a subida de Marta Temido ao topo da popularidade com a saída de Mário Centeno do Governo, que aconteceu já depois da realização do trabalho de campo desta sondagem. Poucos dias antes de sair do Governo, Centeno apresentava um score impressionante: 36,7% consideravam-no o melhor ministro de António Costa, enquanto 11,6% o viam como o pior.
Este indicador de popularidade da Intercampus dos ministros funciona simultaneamente como um índice de notoriedade.
No questionário é pedido aos inquiridos que apontem o melhor e o pior ministro e, como é natural, estes escolhem os ministros que reconhecem. “Claramente, as pessoas pronunciam-se sobre quem conhecem”, afirma António Salvador. De resto, “neste tipo de estudos é frequente que o que é escolhido como o melhor seja também o mais apontado como o pior”. É precisamente isso que acontece com o ex-ministro Mário Centeno e da ainda ministra da Saúde, Marta Temido.
Dos 19 ministros só cinco têm um “saldo” positivo neste indicador, ou seja, mais pessoas a apontá-los como os melhores do que como os piores. Além de Centeno e Temido, são eles Tiago Brandão Rodrigues, Francisca Van Dunem e Pedro Siza Vieira.
No ranking dos piores ministros surge destacada Graça Fonseca. A ministra da Cultura é vista como o pior membro deste Governo por 13,8% dos portugueses. Do lado oposto, só 2,8% a veem como a melhor. É de longe a ministra que apresenta um saldo mais negativo.
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Atualmente, Marta Temido é a ministra mais popular do Governo, segundo apurou o barómetro da Intercampus feito para o Negócios e CM/CMTV no início de junho, com quase um em cada cinco portugueses (18%) a considerar que Temido é a melhor ministra deste Governo. Pelo contrário, 9,5% veem-na como o pior membro da equipa de António Costa.
A razão para a mudança de opinião dos portugueses sobre a ministra da Saúde está, segundo António Salvador, diretor da Intercampus, “evidentemente no surto de covid-19 e na avaliação positiva que os portugueses parecer fazer da resposta das autoridades e serviços de saúde à doença”.
Os promotores do inquérito, realizado entre 9 e 13 de junho, consideram provável que a sua imagem possa ter sido atingida pela persistência da epidemia na Área Metropolitana de Lisboa e pelas críticas que crescentemente se fazem ouvir. Mas já num cenário posterior a este inquérito.
Contudo, explicam a subida de Marta Temido ao topo da popularidade com a saída de Mário Centeno do Governo, que aconteceu já depois da realização do trabalho de campo desta sondagem. Poucos dias antes de sair do Governo, Centeno apresentava um score impressionante: 36,7% consideravam-no o melhor ministro de António Costa, enquanto 11,6% o viam como o pior.
Este indicador de popularidade da Intercampus dos ministros funciona simultaneamente como um índice de notoriedade.
No questionário é pedido aos inquiridos que apontem o melhor e o pior ministro e, como é natural, estes escolhem os ministros que reconhecem. “Claramente, as pessoas pronunciam-se sobre quem conhecem”, afirma António Salvador. De resto, “neste tipo de estudos é frequente que o que é escolhido como o melhor seja também o mais apontado como o pior”. É precisamente isso que acontece com o ex-ministro Mário Centeno e da ainda ministra da Saúde, Marta Temido.
Dos 19 ministros só cinco têm um “saldo” positivo neste indicador, ou seja, mais pessoas a apontá-los como os melhores do que como os piores. Além de Centeno e Temido, são eles Tiago Brandão Rodrigues, Francisca Van Dunem e Pedro Siza Vieira.
No ranking dos piores ministros surge destacada Graça Fonseca. A ministra da Cultura é vista como o pior membro deste Governo por 13,8% dos portugueses. Do lado oposto, só 2,8% a veem como a melhor. É de longe a ministra que apresenta um saldo mais negativo.