Covid-19. Novas medidas anticrise, menos novos casos de infetados e quase o dobro dos recuperados: covid-19, ponto da situação nacional

14-04-2020
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A primeira semana completa do mês de abril começou com um dia de aumentos e descidas. Caiu como nunca tinha caído a taxa de novos casos de pessoas infetadas com a covid-19 em Portugal: foi de 4%, correspondente a mais 452 doentes, num total que é agora de 11.730. Quer isto dizer que a “pressão na mola” continua e que o país mantém a curva controlada.

Subiu como nunca tinha subido o número de recuperados: mais 65 doentes que deixaram de o ser, aumentando o total para 140, quase o dobro daquele que conhecíamos há 24 horas. Estão internadas agora 1.099 pessoas, 770 das quais em unidades de cuidados intensivos. Todos os outros infetados com o SARS-CoV-2 ficam em casa, acompanhados pelas autoridades de saúde.

Mas não foi só. Enquanto caía a noite, subiam os apoios do Governo. Da reunião com sindicatos e patrões saíram algumas medidas novas e outras alargadas. A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, explicou o que muda na situação dos sócios-gerentes face à pandemia. E não muda pouco: até aqui desprotegidos, passam a ter estatuto equivalente aos trabalhadores independentes, ou “recibos verdes”, desde que não tenham trabalhadores a seu cargo.

Para os recibos verdes há também novidades. Até aqui só podiam recorrer ao regime do lay-off simplificado os que dessem prova de ter perdido todo o seu rendimento. Não mais: a partir de agora, quem viu pelo menos 40% da faturação reduzida tem direito a concorrer. E esse apoio tem agora dois escalões diferentes, de acordo com os rendimentos, com limites de 438,81 euros e 635 euros.

Ao lado da ministra do Trabalho esteve o ministro da Economia. Pedro Siza Vieira anunciou um aumento potencial das linhas de crédito às empresas até 13 mil milhões de euros. E ainda aproveitou para agradecer as propostas do PSD, explicar quais são aquelas em que o Governo não está interessado e quais já pôs em prática. Em todo o caso, Siza Vieira considerou as propostas da oposição “construtivas”.

A primeira semana completa do mês de abril começou com um dia de aumentos e descidas. Caiu como nunca tinha caído a taxa de novos casos de pessoas infetadas com a covid-19 em Portugal: foi de 4%, correspondente a mais 452 doentes, num total que é agora de 11.730. Quer isto dizer que a “pressão na mola” continua e que o país mantém a curva controlada.

Subiu como nunca tinha subido o número de recuperados: mais 65 doentes que deixaram de o ser, aumentando o total para 140, quase o dobro daquele que conhecíamos há 24 horas. Estão internadas agora 1.099 pessoas, 770 das quais em unidades de cuidados intensivos. Todos os outros infetados com o SARS-CoV-2 ficam em casa, acompanhados pelas autoridades de saúde.

Mas não foi só. Enquanto caía a noite, subiam os apoios do Governo. Da reunião com sindicatos e patrões saíram algumas medidas novas e outras alargadas. A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, explicou o que muda na situação dos sócios-gerentes face à pandemia. E não muda pouco: até aqui desprotegidos, passam a ter estatuto equivalente aos trabalhadores independentes, ou “recibos verdes”, desde que não tenham trabalhadores a seu cargo.

Para os recibos verdes há também novidades. Até aqui só podiam recorrer ao regime do lay-off simplificado os que dessem prova de ter perdido todo o seu rendimento. Não mais: a partir de agora, quem viu pelo menos 40% da faturação reduzida tem direito a concorrer. E esse apoio tem agora dois escalões diferentes, de acordo com os rendimentos, com limites de 438,81 euros e 635 euros.

Ao lado da ministra do Trabalho esteve o ministro da Economia. Pedro Siza Vieira anunciou um aumento potencial das linhas de crédito às empresas até 13 mil milhões de euros. E ainda aproveitou para agradecer as propostas do PSD, explicar quais são aquelas em que o Governo não está interessado e quais já pôs em prática. Em todo o caso, Siza Vieira considerou as propostas da oposição “construtivas”.

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