O Presidente do Banco Santander Portugal, que invoca o ADN comprador do Santander, disse na conferência de imprensa dos resultados trimestrais sobre o Banco de Fomento anunciado por Pedro Siza Vieira, que “temos um excesso de bancos”. Isto para explicar que “tudo o que não precisamos é de mais um banco de empresas”.
O CEO do banco disse que as empresas nunca tiveram acesso a crédito com spreads tão baixos e por isso a criação de um novo banco para as empresas só vai criar mais pressão na rentabilidade dos bancos.
O ministro da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, anunciou no parlamento que o Governo vai criar “um verdadeiro banco promocional nacional” verde nos próximos 100 dias, para dar às empresas possibilidades de financiamento.
“Vamos criar, finalmente, um verdadeiro banco promocional nacional a partir da integração das diversas sociedades financeiras do Ministério da Economia”, anunciou o ministro de Estado e número dois do Governo, durante um discurso no debate do Programa de Governo.
De acordo com Pedro Siza Vieira, “nos próximos cem dias, esta nova instituição deverá estar constituída, e dotada de recursos suficientes para disponibilizar às empresas portuguesas os meios de financiamento adequados à sua transformação”.
“Irá funcionar, igualmente, como um Banco Verde, apoiando os investimentos necessários ao esforço de descarbonização da Economia e ao combate às alterações climáticas”, disse ainda o ministro no parlamento.
“Irá ser prosseguida a política de incentivos ao investimento, nomeadamente através do alargamento da dedução de lucros retidos e reinvestidos em sede de IRC e da melhoria do SIFIDE, para apoiar o esforço das empresas na inovação, e no reforço da capacidade produtiva”, disse ainda o governante.
Na conferência de imprensa, o CEO do Santander Totta comentou a questão das taxa negativas nos clientes institucionais, grandes empresas e private banking. O banqueiro admite que no futuro sejam cobradas comissões sobre as aplicações destes clientes, o que na prática se traduz em fazer refletir os juros negativos nas poupanças dos clientes destes segmentos.
Mas nesta altura ainda não são cobradas comissões a clientes institucionais. O banco espera o esclarecimento do supervisor para passar a cobrar essas comissões em função do saldo de depósitos dos clientes institucionais. A comissão rondará os 0,4% e 0,5%, admitiu o CEO. Para já não está previsto aplicar comissões ao private banking e à grandes empresas.
Pedro Castro e Almeida explicou ainda que o banco no trimestre registou zero entradas em malparado e o stock soma 1.000 milhões de euros.
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O Presidente do Banco Santander Portugal, que invoca o ADN comprador do Santander, disse na conferência de imprensa dos resultados trimestrais sobre o Banco de Fomento anunciado por Pedro Siza Vieira, que “temos um excesso de bancos”. Isto para explicar que “tudo o que não precisamos é de mais um banco de empresas”.
O CEO do banco disse que as empresas nunca tiveram acesso a crédito com spreads tão baixos e por isso a criação de um novo banco para as empresas só vai criar mais pressão na rentabilidade dos bancos.
O ministro da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, anunciou no parlamento que o Governo vai criar “um verdadeiro banco promocional nacional” verde nos próximos 100 dias, para dar às empresas possibilidades de financiamento.
“Vamos criar, finalmente, um verdadeiro banco promocional nacional a partir da integração das diversas sociedades financeiras do Ministério da Economia”, anunciou o ministro de Estado e número dois do Governo, durante um discurso no debate do Programa de Governo.
De acordo com Pedro Siza Vieira, “nos próximos cem dias, esta nova instituição deverá estar constituída, e dotada de recursos suficientes para disponibilizar às empresas portuguesas os meios de financiamento adequados à sua transformação”.
“Irá funcionar, igualmente, como um Banco Verde, apoiando os investimentos necessários ao esforço de descarbonização da Economia e ao combate às alterações climáticas”, disse ainda o ministro no parlamento.
“Irá ser prosseguida a política de incentivos ao investimento, nomeadamente através do alargamento da dedução de lucros retidos e reinvestidos em sede de IRC e da melhoria do SIFIDE, para apoiar o esforço das empresas na inovação, e no reforço da capacidade produtiva”, disse ainda o governante.
Na conferência de imprensa, o CEO do Santander Totta comentou a questão das taxa negativas nos clientes institucionais, grandes empresas e private banking. O banqueiro admite que no futuro sejam cobradas comissões sobre as aplicações destes clientes, o que na prática se traduz em fazer refletir os juros negativos nas poupanças dos clientes destes segmentos.
Mas nesta altura ainda não são cobradas comissões a clientes institucionais. O banco espera o esclarecimento do supervisor para passar a cobrar essas comissões em função do saldo de depósitos dos clientes institucionais. A comissão rondará os 0,4% e 0,5%, admitiu o CEO. Para já não está previsto aplicar comissões ao private banking e à grandes empresas.
Pedro Castro e Almeida explicou ainda que o banco no trimestre registou zero entradas em malparado e o stock soma 1.000 milhões de euros.