porosidade etérea: Poesia e Fotografia em Castro Verde

05-12-2019
marcar artigo


Durante a iniciativa Planície Mediterrânica 2006, a decorrer em Castro Verde de 7 a 10 de Setembro, terá lugar a apresentação ao público do livro “Os Sulitários” da autoria de Paulo Barriga e João Vilhena, um "poema em imagens" que desvenda o Alentejo “para lá dos lugares comuns”, editado e lançado pela Fundação Alentejo-Terra Mãe.A sessão de apresentação da obra “Os Sulitários” está marcada para as 18h30 de hoje (8 de Setembro), integrando o programa do 2º dia do certame a decorrer em Castro Verde no âmbito da rede cultural do Festival Sete Sóis Sete Luas, e terá lugar na “Taberna do Bravo”, contando com a participação de “Os Ganhões” de Castro Verde.“Os Sulitários” é um livro de poesia e fotografia, criação colectiva do jornalista Paulo Barriga e do fotógrafo João Francisco Vilhena.O livro assume-se como um “poema em imagens” em torno de um Alentejo menos convencional e muito para lá dos lugares-comuns que erradamente enunciam as planícies do Sul, a terra dos Sulitários".Fala do homem do Sul e do Sol. Fala do tempo e do espaço. Fala da fertilidade e da morte. Fala da revolta e da cisma. Fala do mar e dos desertos e é a primeira edição da Fundação Alentejo-Terra Mãe.O site da Fundação Alentejo-Terra Mãe fica aqui.


Durante a iniciativa Planície Mediterrânica 2006, a decorrer em Castro Verde de 7 a 10 de Setembro, terá lugar a apresentação ao público do livro “Os Sulitários” da autoria de Paulo Barriga e João Vilhena, um "poema em imagens" que desvenda o Alentejo “para lá dos lugares comuns”, editado e lançado pela Fundação Alentejo-Terra Mãe.A sessão de apresentação da obra “Os Sulitários” está marcada para as 18h30 de hoje (8 de Setembro), integrando o programa do 2º dia do certame a decorrer em Castro Verde no âmbito da rede cultural do Festival Sete Sóis Sete Luas, e terá lugar na “Taberna do Bravo”, contando com a participação de “Os Ganhões” de Castro Verde.“Os Sulitários” é um livro de poesia e fotografia, criação colectiva do jornalista Paulo Barriga e do fotógrafo João Francisco Vilhena.O livro assume-se como um “poema em imagens” em torno de um Alentejo menos convencional e muito para lá dos lugares-comuns que erradamente enunciam as planícies do Sul, a terra dos Sulitários".Fala do homem do Sul e do Sol. Fala do tempo e do espaço. Fala da fertilidade e da morte. Fala da revolta e da cisma. Fala do mar e dos desertos e é a primeira edição da Fundação Alentejo-Terra Mãe.O site da Fundação Alentejo-Terra Mãe fica aqui.

marcar artigo