Frente Comum diz que "Governo tem de arranjar 90 euros para dar a todos os trabalhadores"

16-11-2019
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A Frente Comum quer que o Governo dê mais 90 euros a todos os trabalhadores. A medida foi apresentada por Ana Avoila, coordenadora da organização, numa conferência de imprensa realizada esta segunda-feira, 28 de outubro.

“O que este Governo tem de fazer para já é arranjar dinheiro para dar 90 euros a todos os trabalhadores e de seguida fazer a reposição das carreiras, e quando falar das carreiras, saber daquilo que está a falar”, afirmou Ana Avoila.

A coordenador da Frente Comum deixou ainda um recado ao Governo de António Costa: “Não meta grupos de trabalho que pegam na Admnistração Pública, para dizer que eles fazem tudo aquilo que mandarmos. Nós não vamos aceitar isso”, sublinhou.

Ana Avoila assume que o manifesto de reinvidicações salariais da Frente Comum pede 850 euros de salário mínimo. “Não é os 750 euros como quer o Governo e como já anunciou António Costa. São 850, e não é no fim da Legislatura, é quando os trabalhadores lutarem e o conseguirem concretamente”, acrescentando que “não é preciso esperar até 2023 para um aumento salarial maior”.

A Frente Comum quer que o Governo dê mais 90 euros a todos os trabalhadores. A medida foi apresentada por Ana Avoila, coordenadora da organização, numa conferência de imprensa realizada esta segunda-feira, 28 de outubro.

“O que este Governo tem de fazer para já é arranjar dinheiro para dar 90 euros a todos os trabalhadores e de seguida fazer a reposição das carreiras, e quando falar das carreiras, saber daquilo que está a falar”, afirmou Ana Avoila.

A coordenador da Frente Comum deixou ainda um recado ao Governo de António Costa: “Não meta grupos de trabalho que pegam na Admnistração Pública, para dizer que eles fazem tudo aquilo que mandarmos. Nós não vamos aceitar isso”, sublinhou.

Ana Avoila assume que o manifesto de reinvidicações salariais da Frente Comum pede 850 euros de salário mínimo. “Não é os 750 euros como quer o Governo e como já anunciou António Costa. São 850, e não é no fim da Legislatura, é quando os trabalhadores lutarem e o conseguirem concretamente”, acrescentando que “não é preciso esperar até 2023 para um aumento salarial maior”.

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