Ourém
Vereador Processa Presidente da Câmara
Quinta-feira, 16 de Novembro de 2000
O vereador socialista da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca, anunciou anteontem que vai mover um processo contra o presidente da autarquia (PSD) e o dirigente da distrital da JSD, acusando-os de "difamação caluniosa". Paulo Fonseca anunciou também que vai vender a sua quota na empresa que esteve na origem do caso.
Na reunião do executivo da semana passada, o presidente da Câmara, David Catarino, acusou a cerâmica Iberbarro, empresa em que o vereador Paulo Fonseca é sócio minoritário, de estar a desrespeitar o embargo de uma obra ordenado pela autarquia. A distrital da JSD, presidida por João Moura, pediu a demissão do vereador e deputado Paulo Fonseca, acusando-o de "passar ao lado das mais elementares regras da sociedade" ao não respeitar a ordem camarária.
Paulo Fonseca refutou as acusações e anunciou que vai processar David Catarino por " mentir de uma forma soez em declarações públicas". Em conferência de imprensa, Paulo Fonseca disse que o presidente da câmara "revelou uma profunda desorientação política ao perseguir uma empresa para querer atacar um seu adversário de disputas político-partidárias". Na ocasião, o vereador socialista disse que irá também processar João Moura pelas acusações proferidas.
Paulo Fonseca disse ainda que vai vender a sua parte na empresa para impedir mais "perseguições à Iberbarro" e "não prejudicar o crescimento do concelho". "Sei que virão as maiores atoardas e as maiores calúnias para cima de mim próprio. Não quero que os meus concidadãos tenham de pagar pelos ataques que me serão dirigidos e por isso irei vender a quota de 20 por cento na Iberbarro", referiu.
Lusa
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Vereador Processa Presidente da Câmara
Quinta-feira, 16 de Novembro de 2000
O vereador socialista da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca, anunciou anteontem que vai mover um processo contra o presidente da autarquia (PSD) e o dirigente da distrital da JSD, acusando-os de "difamação caluniosa". Paulo Fonseca anunciou também que vai vender a sua quota na empresa que esteve na origem do caso.
Na reunião do executivo da semana passada, o presidente da Câmara, David Catarino, acusou a cerâmica Iberbarro, empresa em que o vereador Paulo Fonseca é sócio minoritário, de estar a desrespeitar o embargo de uma obra ordenado pela autarquia. A distrital da JSD, presidida por João Moura, pediu a demissão do vereador e deputado Paulo Fonseca, acusando-o de "passar ao lado das mais elementares regras da sociedade" ao não respeitar a ordem camarária.
Paulo Fonseca refutou as acusações e anunciou que vai processar David Catarino por " mentir de uma forma soez em declarações públicas". Em conferência de imprensa, Paulo Fonseca disse que o presidente da câmara "revelou uma profunda desorientação política ao perseguir uma empresa para querer atacar um seu adversário de disputas político-partidárias". Na ocasião, o vereador socialista disse que irá também processar João Moura pelas acusações proferidas.
Paulo Fonseca disse ainda que vai vender a sua parte na empresa para impedir mais "perseguições à Iberbarro" e "não prejudicar o crescimento do concelho". "Sei que virão as maiores atoardas e as maiores calúnias para cima de mim próprio. Não quero que os meus concidadãos tenham de pagar pelos ataques que me serão dirigidos e por isso irei vender a quota de 20 por cento na Iberbarro", referiu.
Lusa