Luísa Costa Gomes tem formação filosófica, é contista, romancista e dramaturga. A sua obra tem reflectido sinais temáticos e formais de uma certa pós-modernidade literária, como seja a auto-reflexidade da escrita, a "crise de representação", o questionamento e desconstrução de fronteiras entre os géneros, a ironia e o lúdico na utilização dos códigos literários.
Se O Pequeno Mundo (Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus) é um romance epistolar que filtra uma crítica à sociedade portuguesa actual, já A Vida de Ramón reconstitui ficcionalmente a vida do filósofo e místico medieval Rámon Llull, enquanto Olhos Verdes (Prémio Máxima de Literatura) se constrói como uma paródia ao actual culto obsessivo da aparência e da imagem. Também no panorama da escrita para teatro, a escritora se tem afirmado, destacando-se, neste campo, Nunca, Nada de Ninguém, para além dos libretos para a ópera Corvo Branco, de Philip Glass e Robert Wilson e para a cantata Sobre o Vulcão, com música de Luís Bragança Gil, levada à cena no Festival de Teatro do Acarte, onde a autora assumiu também a encenação. Seguem-se a Contos Outra Vez, de Luísa Costa Gomes, outros livros, como O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago, A Mão Esquerda de Cervantes, de José Jorge Letria, Os Sensos Incomuns, de Maria Isabel Barreno, Um Beijo Dado Mais Tarde, de Maria Gabriela Llansol, Quatrocentos Mil Sestércios, de Mário de Car, História da Bela Fria, de Miguel Veiga, Contos à Moda do Porto, de Miguel Miranda, Álbum de Família, de Óscar Lopes, Seta Despida, de Maria Judite Carvalho, Grito, de Rui Nunes, Fora de Horas, de Paulo Castilho, Os Lugares do Lume, de Eugénio de Andrade, Outrora Agora, de Augusto Abelaira e Os Sinais e os Tempos, de Óscar Lopes.
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Luísa Costa Gomes tem formação filosófica, é contista, romancista e dramaturga. A sua obra tem reflectido sinais temáticos e formais de uma certa pós-modernidade literária, como seja a auto-reflexidade da escrita, a "crise de representação", o questionamento e desconstrução de fronteiras entre os géneros, a ironia e o lúdico na utilização dos códigos literários.
Se O Pequeno Mundo (Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus) é um romance epistolar que filtra uma crítica à sociedade portuguesa actual, já A Vida de Ramón reconstitui ficcionalmente a vida do filósofo e místico medieval Rámon Llull, enquanto Olhos Verdes (Prémio Máxima de Literatura) se constrói como uma paródia ao actual culto obsessivo da aparência e da imagem. Também no panorama da escrita para teatro, a escritora se tem afirmado, destacando-se, neste campo, Nunca, Nada de Ninguém, para além dos libretos para a ópera Corvo Branco, de Philip Glass e Robert Wilson e para a cantata Sobre o Vulcão, com música de Luís Bragança Gil, levada à cena no Festival de Teatro do Acarte, onde a autora assumiu também a encenação. Seguem-se a Contos Outra Vez, de Luísa Costa Gomes, outros livros, como O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago, A Mão Esquerda de Cervantes, de José Jorge Letria, Os Sensos Incomuns, de Maria Isabel Barreno, Um Beijo Dado Mais Tarde, de Maria Gabriela Llansol, Quatrocentos Mil Sestércios, de Mário de Car, História da Bela Fria, de Miguel Veiga, Contos à Moda do Porto, de Miguel Miranda, Álbum de Família, de Óscar Lopes, Seta Despida, de Maria Judite Carvalho, Grito, de Rui Nunes, Fora de Horas, de Paulo Castilho, Os Lugares do Lume, de Eugénio de Andrade, Outrora Agora, de Augusto Abelaira e Os Sinais e os Tempos, de Óscar Lopes.