DN

23-02-2001
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Juntaram-se todos, quarta-feira, na Aula Paulo VI, para os habituais cumprimentos de "calor" aos novos cardeais, onde o "vencedor" claramente destacado foi D. José Saraiva Martins. Durante as duas horas para as "saudações calorosas", o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos teve, permanentemente, filas compactas diante de si, enquanto a outros cardeais sobrava tempo para descansarem. O facto de se viver há mais de 50 anos no Vaticano tem as suas compensações...

O Consistório atraiu a Roma dezenas de milhares de amigos e familiares dos novos cardeais, em alguns casos com modos e números absolutamente excepcionais. Com Theodore McCarrick, de Washington, chegaram em dois charters 700 acompanhantes que ocuparam todo o Hotel Hilton, de Roma. O cardeal Crescenzio Sepe tem o maior grupo de acompanhantes: cinco mil pessoas provenientes de Aversa.

O Consistório é também uma ocasião de ofertas de igrejas mais ricas no mundo (americanas e alemãs) às mais pobres, através da Santa Sé. Um momento propício para alguns doadores serem pessolamente apresentados ao Papa. Os portugueses voltaram a reunir-se, ontem, no final da missa, num almoço oferecido pelos novos cardeais, no Hotel Columbus, no Vaticano. À mesa dos novos cardeais sentaram-se o ministro Guilherme d''Oliveira Martins e o deputado Luís Marques Mendes. Aos brindes, coube a D. Albino Cleto, em nome da Conferência Episcopal, saudar os novos cardeais. O Patriarca de Lisboa agradeceu em nome pessoal e do cardeal José Saraiva Martins, sublinhando que a informalidade daquele encontro resultava do facto de os seus anfitriões, entre os presentes, não distinguirem familiares, amigos mais chegados e outros amigos, razão pela qual dirigiu um cumprimento especial ao ministro Guilherme d''Oliveira Martins e ao deputado Marques Mendes que, mesmo sem protocolo, ali estiveram em representação do Estado Português. Ao fim do dia os portugueses reencontraram-se na Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, onde o embaixador, Pedro Ribeiro de Menezes, ofereceu uma recepção em honra dos novos cardeais portugueses.

* Com J. A. S.

Juntaram-se todos, quarta-feira, na Aula Paulo VI, para os habituais cumprimentos de "calor" aos novos cardeais, onde o "vencedor" claramente destacado foi D. José Saraiva Martins. Durante as duas horas para as "saudações calorosas", o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos teve, permanentemente, filas compactas diante de si, enquanto a outros cardeais sobrava tempo para descansarem. O facto de se viver há mais de 50 anos no Vaticano tem as suas compensações...

O Consistório atraiu a Roma dezenas de milhares de amigos e familiares dos novos cardeais, em alguns casos com modos e números absolutamente excepcionais. Com Theodore McCarrick, de Washington, chegaram em dois charters 700 acompanhantes que ocuparam todo o Hotel Hilton, de Roma. O cardeal Crescenzio Sepe tem o maior grupo de acompanhantes: cinco mil pessoas provenientes de Aversa.

O Consistório é também uma ocasião de ofertas de igrejas mais ricas no mundo (americanas e alemãs) às mais pobres, através da Santa Sé. Um momento propício para alguns doadores serem pessolamente apresentados ao Papa. Os portugueses voltaram a reunir-se, ontem, no final da missa, num almoço oferecido pelos novos cardeais, no Hotel Columbus, no Vaticano. À mesa dos novos cardeais sentaram-se o ministro Guilherme d''Oliveira Martins e o deputado Luís Marques Mendes. Aos brindes, coube a D. Albino Cleto, em nome da Conferência Episcopal, saudar os novos cardeais. O Patriarca de Lisboa agradeceu em nome pessoal e do cardeal José Saraiva Martins, sublinhando que a informalidade daquele encontro resultava do facto de os seus anfitriões, entre os presentes, não distinguirem familiares, amigos mais chegados e outros amigos, razão pela qual dirigiu um cumprimento especial ao ministro Guilherme d''Oliveira Martins e ao deputado Marques Mendes que, mesmo sem protocolo, ali estiveram em representação do Estado Português. Ao fim do dia os portugueses reencontraram-se na Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, onde o embaixador, Pedro Ribeiro de Menezes, ofereceu uma recepção em honra dos novos cardeais portugueses.

* Com J. A. S.

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