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19-10-2000
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Diário Económico >>

14 de Abril

Internacionalização: Molarte reforça aposta no mercado ibérico

A Molarte Colchões S.A., sediada na zona industrial de Oliveira de Azeméis, está apostada no mercado ibérico e comprou, em 1999, 26% de capital de uma empresa distribuidora de Madrid, a Servicolchon SL o que representa cerca de 35 mil contos. por Arminda Rosa Pereira A Molarte Colchões S.A., sediada na zona industrial de Oliveira de Azeméis, está apostada no mercado ibérico e comprou, em 1999, 26% de capital de uma empresa distribuidora de Madrid, a Servicolchon SL o que representa cerca de 35 mil contos. «Esta aquisição tem em vista o crescimento no mercado espanhol», explicou ao Diário Económico o administrador da Molarte, Francisco Valente, empresa que tem como objectivo próximo o mercado francês. A Molarte é uma sociedade familiar fundada em 1975 e que começou com uma pequena unidade de colchões de molas. Em 1985, tiveram a primeira experiência de exportação para o mercado espanhol, mas esse mercado estava ainda «desconfiado», explica ainda o administrador. É então que, em 1990, é criada a Molarte Colchones SL que, com capital português e produção portuguesa, consolida a marca como espanhola. Em 1999, com a aquisição dos 26% da Servicolchon, a Molarte «tentou consolidar a posição entre os exportadores, atingindo os 50% de exportações portuguesas», regozija Francisco Valente. «O próximo passo», revelou o administrador, «poderá ser uma aquisição em França, para apostar em 2001 nesse mercado», com o qual a Molarte já tem contactos, uma vez que cerca de 10% das suas exportações são para esse país. Com um capital social de 450 mil contos e sem perspectivas de abertura a novos parceiros quer portugueses quer espanhóis, neste último caso porque «corria-mos o risco de sermos absorvidos», Francisco Valente admite que a única hipótese de abertura de capital ou fusão seria para a entrada na bolsa de valores. O último investimento desta empresa rondou os 100 mil contos para equipamentos e para a informatização do processo produtivo e instalação de uma rede informática entre os armazéns de Lisboa, Algarve e Oliveira de Azeméis. Desses 100 mil contos, 36% foram financiados pelo PEDIP, 50% de capital próprio e os restantes 50% são provenientes de um financiamento bancário. A Molarte apresentou no exercício fiscal de 1999 um volume de negócios ligeiramente superior a um milhão de contos, depois de ter facturado cerca de 963 mil contos no ano anterior. A empresa está a trabalhar a 80% da sua capacidade produtiva, o que significa que fabricam 440 colchões/dia tendo capacidade para os 500. Mas, Francisco Valente diz que «estes valores podem alterar-se bastante, pois a aposta em Espanha vai disparar as vendas». arpereira@mail.soci.pt

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Internacionalização: Molarte reforça aposta no mercado ibérico

A Molarte Colchões S.A., sediada na zona industrial de Oliveira de Azeméis, está apostada no mercado ibérico e comprou, em 1999, 26% de capital de uma empresa distribuidora de Madrid, a Servicolchon SL o que representa cerca de 35 mil contos. por Arminda Rosa Pereira A Molarte Colchões S.A., sediada na zona industrial de Oliveira de Azeméis, está apostada no mercado ibérico e comprou, em 1999, 26% de capital de uma empresa distribuidora de Madrid, a Servicolchon SL o que representa cerca de 35 mil contos. «Esta aquisição tem em vista o crescimento no mercado espanhol», explicou ao Diário Económico o administrador da Molarte, Francisco Valente, empresa que tem como objectivo próximo o mercado francês. A Molarte é uma sociedade familiar fundada em 1975 e que começou com uma pequena unidade de colchões de molas. Em 1985, tiveram a primeira experiência de exportação para o mercado espanhol, mas esse mercado estava ainda «desconfiado», explica ainda o administrador. É então que, em 1990, é criada a Molarte Colchones SL que, com capital português e produção portuguesa, consolida a marca como espanhola. Em 1999, com a aquisição dos 26% da Servicolchon, a Molarte «tentou consolidar a posição entre os exportadores, atingindo os 50% de exportações portuguesas», regozija Francisco Valente. «O próximo passo», revelou o administrador, «poderá ser uma aquisição em França, para apostar em 2001 nesse mercado», com o qual a Molarte já tem contactos, uma vez que cerca de 10% das suas exportações são para esse país. Com um capital social de 450 mil contos e sem perspectivas de abertura a novos parceiros quer portugueses quer espanhóis, neste último caso porque «corria-mos o risco de sermos absorvidos», Francisco Valente admite que a única hipótese de abertura de capital ou fusão seria para a entrada na bolsa de valores. O último investimento desta empresa rondou os 100 mil contos para equipamentos e para a informatização do processo produtivo e instalação de uma rede informática entre os armazéns de Lisboa, Algarve e Oliveira de Azeméis. Desses 100 mil contos, 36% foram financiados pelo PEDIP, 50% de capital próprio e os restantes 50% são provenientes de um financiamento bancário. A Molarte apresentou no exercício fiscal de 1999 um volume de negócios ligeiramente superior a um milhão de contos, depois de ter facturado cerca de 963 mil contos no ano anterior. A empresa está a trabalhar a 80% da sua capacidade produtiva, o que significa que fabricam 440 colchões/dia tendo capacidade para os 500. Mas, Francisco Valente diz que «estes valores podem alterar-se bastante, pois a aposta em Espanha vai disparar as vendas». arpereira@mail.soci.pt

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