Camané
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Se Ao Menos Houvesse Um Dia
Letra: João Monge
Música: Casimiro Ramos (Fado Três Bairros)
Se ao menos houvesse um dia
Luas de prata gentia
Nas asas de uma gazela
E depois, do seu cansaço,
Procurasse o teu regaço
No vão da tua janela
Se ao menos houvesse um dia
Versos de flor tão macia
Nos ramos com as cerejas
E depois, do seu outono,
Se dessem ao abandono
Nos lábios, quando me beijas
Se ao menos o mar trouxesse
O que dizer e me esquece
Nas crinas da tempestade
As palavras litorais
As razões iniciais
Tudo o que não tem idade
Se ao menos o teu olhar
Desse por mim ao passar
Como um barco sem amarra
Deste fado onde me deito
Subia até ao teu peito
Nas veias de uma guitarra
Letra: João MongeMúsica: Casimiro Ramos (Fado Três Bairros)Se ao menos houvesse um diaLuas de prata gentiaNas asas de uma gazelaE depois, do seu cansaço,Procurasse o teu regaçoNo vão da tua janelaSe ao menos houvesse um diaVersos de flor tão maciaNos ramos com as cerejasE depois, do seu outono,Se dessem ao abandonoNos lábios, quando me beijasSe ao menos o mar trouxesseO que dizer e me esqueceNas crinas da tempestadeAs palavras litoraisAs razões iniciaisTudo o que não tem idadeSe ao menos o teu olharDesse por mim ao passarComo um barco sem amarraDeste fado onde me deitoSubia até ao teu peitoNas veias de uma guitarra
Camané
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Se Ao Menos Houvesse Um Dia
Letra: João Monge
Música: Casimiro Ramos (Fado Três Bairros)
Se ao menos houvesse um dia
Luas de prata gentia
Nas asas de uma gazela
E depois, do seu cansaço,
Procurasse o teu regaço
No vão da tua janela
Se ao menos houvesse um dia
Versos de flor tão macia
Nos ramos com as cerejas
E depois, do seu outono,
Se dessem ao abandono
Nos lábios, quando me beijas
Se ao menos o mar trouxesse
O que dizer e me esquece
Nas crinas da tempestade
As palavras litorais
As razões iniciais
Tudo o que não tem idade
Se ao menos o teu olhar
Desse por mim ao passar
Como um barco sem amarra
Deste fado onde me deito
Subia até ao teu peito
Nas veias de uma guitarra
Letra: João MongeMúsica: Casimiro Ramos (Fado Três Bairros)Se ao menos houvesse um diaLuas de prata gentiaNas asas de uma gazelaE depois, do seu cansaço,Procurasse o teu regaçoNo vão da tua janelaSe ao menos houvesse um diaVersos de flor tão maciaNos ramos com as cerejasE depois, do seu outono,Se dessem ao abandonoNos lábios, quando me beijasSe ao menos o mar trouxesseO que dizer e me esqueceNas crinas da tempestadeAs palavras litoraisAs razões iniciaisTudo o que não tem idadeSe ao menos o teu olharDesse por mim ao passarComo um barco sem amarraDeste fado onde me deitoSubia até ao teu peitoNas veias de uma guitarra